Entre o inconfessável e o indizível: autobiografia e autorretrato em Aveux non avenus, de Claude Cahun

dc.creatorHenrique do Nascimento Gambi
dc.date.accessioned2019-08-12T16:02:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:28:59Z
dc.date.available2019-08-12T16:02:22Z
dc.date.issued2015-02-27
dc.description.abstractThis research aims to analyze Claude Cahun's novel 'Aveux Non Avenus' (1930), whose paradoxical character can be noticed in its title: unfounded confessions. The novel consists of a multiplicity of genres that make up the textual part, such as dreamlike accounts, dramatized dialogues and aphorisms, having its theme as Claude Cahun herself. A visual part, made up of photocollages, complements the veil/unveil game of the artist. It is hypothesized that the textual and visual resources used by the author are a way of creating a continuously reinvented multiform subject. These resources were analyzed from her dialogue with two genres: the autobiography and the self-portrait. The biography of the author and her entry into the literary life are presented. Autobiographical theories are discussed in order to verify the peculiarities of 'Aveux Non Avenus' in relation to the genre. Photocollages and the way Claude Cahun made use of this procedure are discussed. The self-portrait as a space of no definition generated from elements associated to multi-forms is analyzed. The artist positions herself as an object of perplexity, in constant metamorphosis, and in this process of self-invention she brings about a continuous subversion of her own representation
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9U5HTQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCahun, Claude , 1894-1954 Aveux non avenus Crítica e intepretação
dc.subjectColagem
dc.subjectAutobiografia
dc.subjectArte e literatura
dc.subjectImagem na literatura
dc.subject.otherAutobiografia
dc.subject.otherAutorretrato
dc.subject.otherClaude Cahun
dc.titleEntre o inconfessável e o indizível: autobiografia e autorretrato em Aveux non avenus, de Claude Cahun
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marcia Maria Valle Arbex
local.contributor.referee1Silvana Maria Pessoa de Oliveira
local.contributor.referee1Paula Glenadel Leal
local.contributor.referee1Luci Maria Dias Collin
local.contributor.referee1Teodoro Renno Assuncao
local.description.resumoEsta pesquisa tem como proposta analisar o livro 'Aveux non avenus' (1930), de Claude Cahun, cujo caráter paradoxal pode ser notado já a partir do título: são confissões improcedentes. O livro é composto por uma multiplicidade de gêneros que constituem a parte textual, tais como relatos oníricos, diálogos dramatizados e aforismos que possuem como tema a própria Claude Cahun. Uma parte visual, constituída por fotocolagens, complementa o jogo de velar / desvelar da artista. Partimos da hipótese que os recursos textuais e visuais utilizados pela autora são uma forma de criar um sujeito polimorfo, constantemente reinventado, recursos que foram analisados a partir de seu diálogo com dois gêneros: a autobiografia e o autorretrato. Apresentamos a biografia da autora e sua entrada na vida literária. Discutimos as teorias autobiográficas com o intuito de verificar as particularidades de Aveux non avenus com relação ao gênero. Discutimos a fotocolagem e a maneira pela qual Claude Cahun fizera uso desse procedimento. Analisamos o autorretrato como um espaço de indefinições gerado a partir de elementos associados ao polimorfismo. Em 'Aveux non avenus', a artista se coloca como objeto de perplexidade, em constante metamorfose, e nesse processo de autoinvenção procede a uma contínua subversão de sua própria representação
local.publisher.initialsUFMG

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