A vivência no grupo: a experiência para as pessoas diabéticas

dc.creatorShirley Pereira de Almeida
dc.date.accessioned2019-08-13T20:20:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:14Z
dc.date.available2019-08-13T20:20:50Z
dc.date.issued2006-04-18
dc.description.abstractThis study searches for comprehension of meanings of living through a group considering the experience of people with diabetes mellitus. Is an ethnographic study with 13 diabetic persons that participated in collective group activities specialized for people living with this disease. Subjects were found at a public center health located in the central/southern area of Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Enrique Pichon-Riviéres proposed techniques for operative groups (1998) were the guiding theories of this work. Field work was done through participation/observation and ethnographic interviews as seen inLeiningers work (1998). Olesens (1991) proposed model for observation registries was also employed. Analysis of the data was guided by the Analysis of Content theory proposed by Bardin (1977) and information gathered was organized into 5 (five) thematic groups: Meaning of group for diabetic persons; Process of group for diabetic persons; The coordinator as an active participant in group processes; The group as a space for learning and transformation; The group as a means to control the disease. Further data analysis brought outconceptions and meanings that helped to reveal the experiences that subjects dealt with in the group, determining their behavior and their feelings and thoughts that shaped the organization and construction of the group. The study offers a unique opportunity to reflect not only on Pichon-Riviéres group techniques incorporated by the health center staff as an educational tool, but also highlights the need for the creation of discussion groups and operative groups in the hopes of extending nursing education, whether in educational institutions or work environments.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/GCPA-6WEEPF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCentros de saúde
dc.subjectDiabetes mellitus
dc.subjectPercepção
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectGrupos de auto-ajuda
dc.subjectAntropologia cultural
dc.subject.otherAtenção básica de saúde
dc.subject.otherDiabetes mellitus
dc.subject.otherGrupo
dc.titleA vivência no grupo: a experiência para as pessoas diabéticas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sonia Maria Soares
local.contributor.referee1Maria Ligia Mohallem Carneiro
local.contributor.referee1Denize Bouttelet Munari
local.description.resumoEste estudo buscou compreender o significado da vivência no grupoconsiderando a experiência das pessoas portadoras de diabetes mellitus. Trata-se de um estudo etnográfico desenvolvido junto a 13 pessoas diabéticas que participam de atividade coletiva de grupo voltado aos portadores desta doença. O cenário escolhido, para este estudo, foi uma Unidade Básica de Saúde - Regional Centro-sul da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Como referencial teórico adotou-se a técnica de grupo operativo proposta por Enrique Pichon-Riviére (1998). O trabalho de campo foi realizadopor meio de observação participante e entrevista etnográfica preconizadas por Leininger (1998). Para registro das observações foi utilizado o modelo proposto por Olesen (1991). A análise de dados foi realizada com base no referencial de Análise de Conteúdo proposta por Bardin (1977) e as informações coletadas foram organizadas em cinco núcleos temáticos: Significado de grupo para a pessoa diabética; O processo de grupo para a pessoa diabética; O coordenador como co-pensor no processo grupal; O grupo como espaço deaprendizagem e transformação; O grupo como meio de controle da doença. A análise desses dados desvelou concepções e significados que traduziram a experiência que as pessoas vivenciaram no grupo, determinando o seu comportamento, sua forma de sentir e pensar que influenciaram a organização e a construção do grupo. Este estudo oferece subsídios para uma reflexão quanto às técnicas de grupo, com finalidade educativa, utilizadas pelos profissionais de saúde no âmbito das Unidades Básicas de Saúde, considerando a técnica operativa de grupo proposta por Pichon-Riviére. Também aponta para a necessidade de construção de espaços de discussão e operacionalização de grupos operativos destinados à capacitação de enfermeiros, seja em instituições de ensino quanto de serviço.
local.publisher.initialsUFMG

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