O serviço de patrimônio histórico de Ipatinga e a construção da memória da cidade

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

O funcionamento do Serviço de Patrimônio criado em Ipatinga teve muitas particularidades. Uma dessas particularidades foi a criação de um Serviço de Patrimônio e não um órgão responsável pela preservação. Porém, em 1981, o Decreto Municipal 1331, atribui à Divisão de Cultura, as atividades conferidas ao Serviço de Patrimônio. Dentro dos limites e demandas da época o serviço funcionou a partir da data de sua criação. A questão da representatividade popular nas questões ligadas à preservação da memória foi introduzida no ano de 1996, com a criação do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico de Ipatinga (COMPHAI).A história da reconstrução da memória desta cidade é muito intrigante por tratar-se de um grande pólo industrial que ainda preserva certas características provincianas em seus arredores, bem como em seu centro; sendo que estas características são, em demasiado, fortes. Durante o decorrer de um ano de convivência com o Serviço de Patrimônio Histórico desta cidade, foi possível verificar que a história do município de Ipatinga vai muito além da indústria. Esta experiência incitou alguns questionamentos a respeito de memória coletiva, escrita da história e preservação dos bens patrimoniais e sua relação com a comunidade.

Abstract

Assunto

Patrimonio histórico, Memóra, Ipatinga (MG) - História

Palavras-chave

Serviço de patrimônio histórico, Ipatinga, Construção da memória

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