Fatores epidemiológicos das pneumonias associadas à ventilação mecânica em hospital privado de Contagem / Minas Gerais

dc.creatorFabiana Lelis de Avelar Silva
dc.date.accessioned2019-08-13T03:30:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:21:44Z
dc.date.available2019-08-13T03:30:25Z
dc.date.issued2012-09-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DWE2S
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectControle de infecções
dc.subject.otherInfecção hospitalar
dc.subject.otherTerapia intensiva
dc.subject.otherUnidades de terapia intensiva
dc.subject.otherPneumonia associada à ventilação mecânica
dc.titleFatores epidemiológicos das pneumonias associadas à ventilação mecânica em hospital privado de Contagem / Minas Gerais
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Tânia Moreira Grillo Pedrosa
local.description.resumoINTRODUÇÃO: Segundo Menicucci (2009), a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) ocorre em 9 a 27% dos pacientes intubados, e, nos pacientes em terapia intensiva, aproximadamente 90% dos episódios de pneumonia nosocomial ocorrem quando estes se encontram em ventilação mecânica. OBJETIVO: Descrever os principais fatores epidemiológicos relacionados aos casos de PAV notificados no período de Janeiro/2008 à Dezembro/2011 no CTI adulto médico-cirúrgico de um hospital privado do município de Contagem/MG. MÉTODO: Foram avaliados 988 pacientes sob ventilação mecânica por mais de 24 horas prospectivamente em UTI de hospital privado de Contagem/MG. Todos os pacientes foram acompanhados pela CCIH desde a admissão até o desfecho final de sua internação neste setor. Para o lançamento de infecções, foram utilizados os critérios diagnósticos do NHSN/CDC. RESULTADO: 12,7% dos pacientes desenvolveram PAV, sendo 58,7% do sexo masculino e 54% com idade > 60 anos; p = 0,053 e 0,096, respectivamente. 76,3% das PAV tiveram isolamento de bacilos Gram negativos sendo o Acinetobacter Baumanii (34,4%) o mais comum. O grupo com PAV apresentou maiores tempos de ventilação mecânica, média de 7,05 e mediana de 12 dias entre a admissão na VM e diagnóstico de PAV, com valor do teste t de 0,001. Estatisticamente significativa a presença de evento adverso não infeccioso associado com a ventilação mecânica (p=0,000) na comparação entre os grupos PAV e não PAV, que ocorreu com maior frequência no grupo PAV, antes do diagnóstico da pneumonia. CONCLUSÃO: Erros/eventos adversos não infecciosos associados à ventilação mecânica independente da(s) causa(s) que os desencadearam podem ser importantes fatores de risco para a PAV. O tempo em VM também se apresentou como fator de risco importante para PAV, assim como nos dados encontrados na literatura utilizada neste estudo.
local.publisher.initialsUFMG

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