O que podemos fazer juntos?: encontros potentes e produção da alegria no espaço de uma não-escola imaginada

dc.creatorEllen de Cassia Sousa Parrela
dc.date.accessioned2019-08-10T19:35:13Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:08Z
dc.date.available2019-08-10T19:35:13Z
dc.date.issued2010-03-30
dc.description.abstractAt the attempt of conciliation between Spinoza´s theory of affection and Nietzsche´s ontology of forces, this work searches for elements which may help thinking about the learning process as a movement that coincides with the establishing of a problematic field institutedduring spontaneous composition between mind-bodies, a field which is enriched by the productivity of the encounter itself. As a figure of thought activation, it forges a learning space which is favorable to the free flux of forces and aesthetic creation, a space that procedes by transvaluating the moral powers usually attributed to school towards non-school, the place where the evidentiary power of joy is validated.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAED-8DBJ3J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAprendizagem
dc.subjectEducação  Filosofia
dc.subject.otherProcessos educativos
dc.subject.otherEspaço escolar
dc.subject.otherAções coletivas
dc.titleO que podemos fazer juntos?: encontros potentes e produção da alegria no espaço de uma não-escola imaginada
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Rogerio Cunha de Campos
local.contributor.referee1Bernardina Maria de Sousa Leal
local.description.resumoTentando uma conciliação entre a Teoria dos Afetos, de Spinoza, e a Ontologia das Forças, de Nietzsche, este trabalho busca elementos para pensar a aprendizagem como movimento que coincide com a constituição de um campo problemático instituído na composiçãoespontânea entre os corpos-mentes e incrementado pela produtividade própria desses encontros. Como figura de ativação do pensamento, inventa um espaço de aprendizagem que seja favorável ao livre fluxo das forças e à criação estética, que proceda por transvaloração dos poderes morais comumente atribuídos à escola em direção a nãoescola,lugar onde se valida o poder indiciário da alegria.
local.publisher.initialsUFMG

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