Cinema que inventa o território : ocupações urbanas através de auto encenações da juventude

dc.creatorRafael de Amorim Albuquerque e Mello
dc.date.accessioned2023-05-14T14:50:12Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:50Z
dc.date.available2023-05-14T14:50:12Z
dc.date.issued2022-10-31
dc.description.abstractThe research is based on audiovisual experiences involving the Coletivo Caranguejo Tabaiares Resiste, from a community with the same name in Recife, and the MLB of Minas Gerais. Through filmmaking workshops, it is evident how the youth appears as a decisive actor in the search for recognition and construction of a collective self-image in the midst of dispute scenarios, in the case of these films, involving the right to housing threatened by the advance of real estate speculation in the respective locations. We make a comparison movement, bringing these films closer to other productions made in different times, places and contexts of modern Brazilian cinema. Precisely, we bring the films Couro de Gato (Joaquim Pedro de Andrade, 1962) and Lacrimosa (Aloysio Raulino and Luna Alkalay, 1969). The link between apparently so distant films reveals itself in youth as a common point of a popular figuration placed in a conflict catalyzed by the wide-ranging social inequality in our country, which emerges to the screens in audiovisual experiences. Faced with the differences between the films, we propose a risky neighborhood that crosses the modulations in which this youth plays himself in front of the camera in scenes of conflict. We will focus on the gestures, movements, looks, postures of these actors/actresses-characters who stage themselves in order to form scenic arrangements that allow the comparison and development of the analysis of the films. Three central scenic arrangements are proposed, namely the Run , Face and Coletive.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53288
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectCinema brasileiro - Teses
dc.subjectMovimentos sociais - Teses
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherCinema brasileiro
dc.subject.otherAuto-mise-en-scène
dc.subject.otherCinema comparado
dc.subject.otherEspaços sociais
dc.titleCinema que inventa o território : ocupações urbanas através de auto encenações da juventude
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Cláudia Cardoso Mesquita
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2654410985552835
local.contributor.referee1César Geraldo Guimarães
local.contributor.referee1Ângela Cristina Salgueiro Marques
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2574321382370715
local.description.resumoA pesquisa parte de experiências audiovisuais envolvendo o Coletivo Caranguejo Tabaiares Resiste, criado na comunidade de mesmo nome, em Recife (PE), e o MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas) de Minas Gerais. Por meio de oficinas de realização fílmica, fica evidente como a juventude aparece como um ator decisivo na busca por reconhecimento e construção de uma autoimagem coletiva, em meio a situações de luta pelo direito à moradia digna, ameaçado pelo avanço da especulação imobiliária nas comunidades filmadas, seja por ofensivas vindas da iniciativa privada ou do estado. Propomos um movimento de cotejo entre os filmes, aproximando-os segundo as relações entre as mise-en-scènes da juventude e a construção do espaço social. Buscamos examinar os gestos, movimentos e posturas de crianças e jovens, valorizando as nuances presentes nas cenas fílmicas. Também será tecida uma breve genealogia histórica investigando auto encenações da juventude no cinema brasileiro, em sua relação com os espaços sociais, com o objetivo de adensar a análise das experiências de coletivos contemporâneos, colocando-as em perspectiva histórica. Mais precisamente, convocaremos os filmes Couro de Gato (Joaquim Pedro de Andrade, 1962) e Lacrimosa (Aloysio Raulino e Luna Alkalay, 1969) como corpus expandido. O elo entre filmes aparentemente tão distantes se firma na juventude, ponto comum de figurações populares que colocam em cena opressões e conflitos catalisados pela desigualdade social, que emerge na tela através das experiências audiovisuais. Propomos vizinhanças a partir de arranjos cênicos que permitam o cotejo e o desenvolvimento de análises comparadas entre os filmes. São propostos dois arranjos cênicos centrais: Corrida e Rosto.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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