Afrontando a necropolítica no Brasil: recursos linguísticos arrojados e artivismo como formas de sobreviver

dc.creatorJunot de Oliveira Maia
dc.creatorDaniel do Nascimento e Silva
dc.date.accessioned2025-04-15T20:31:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:10Z
dc.date.available2025-04-15T20:31:14Z
dc.date.issued2023-12-11
dc.description.abstractThis paper draws from the ethnography that we, two researchers in Applied Linguistics, have carried out for a decade in the Complexo do Alemão favelas, in Rio de Janeiro. Favelas are inhabited by a mostly Black population, who are disproportionately affected by Brazil’s notorious necropolitics. Further, the monopoly of violence in Brazil is not exclusive to the State, as the “world of crime”, even if fragmented, is also a relevant agent in this dynamic. The sociology of violence posits that the crossfire between the State and other armed agents stifle residents’ political demands. Yet we engage with some residents who speak up and create innovative ways to confront the violence that is aimed at them. In this paper, we explore digital rockets, the papo reto activist register and artivism as modes of surviving enacted by favela residents in their pursuit of more equitable futures.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1984-6398202343824
dc.identifier.issn1984-6398
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81630
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de linguística aplicada
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectViolência
dc.subjectLinguística
dc.subjectAtivistas políticos
dc.subject.otherNecropolítica
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherRecursos linguísticos
dc.subject.otherPapo Reto
dc.subject.otherArtivismo
dc.titleAfrontando a necropolítica no Brasil: recursos linguísticos arrojados e artivismo como formas de sobreviver
dc.title.alternativeConfronting necropolitics in Brazil: defiant linguistic resources and artvism as ways of surviving
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage20
local.citation.issue3
local.citation.spage1
local.citation.volume23
local.description.resumoEste artigo tem raízes na etnografia que nós, dois pesquisadores em Linguística Aplicada, realizamos há mais de 10 anos no Complexo do Alemão carioca. Territórios periféricos como esse são marcados por uma necropolítica imposta pelo Estado brasileiro, que violenta e executa, principalmente, a população negra predominante nessas áreas. A regulação da violência no Brasil, contudo, não é exclusividade do Estado, pois o “mundo do crime”, mesmo fragmentado, também é agente relevante nessa dinâmica. Em meio ao fogo cruzado que se estabelece entre o Estado e os outros agentes dessa gestão armada, moradores de favelas constroem formas criativas de afrontar as violências, inclusive letais, que lhes são destinadas. Aqui, exploramos os fogos digitais, o registro ativista papo reto e o artivismo como estratégias dos moradores de favela para sobreviver e construir futuros mais justos.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9645-0027
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6098-5185
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbla/a/R45Kf8mcKNH4Fsydyh3zb9L/?format=pdf&lang=pt

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