Preparo cirúrgico das mãos do cirurgião: adesão das boas práticas no período intra-operatório

dc.creatorPamela Talyuli Leite
dc.date.accessioned2022-10-25T15:38:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:24Z
dc.date.available2022-10-25T15:38:10Z
dc.date.issued2015-05-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46587
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCirurgiões
dc.subjectColeta de Dados
dc.subjectInfecções
dc.subjectMãos
dc.subjectGuia de Prática Clínica
dc.subject.otherPreparo cirúrgico das mãos
dc.subject.otherIntra-operatório
dc.subject.otherBoas práticas
dc.titlePreparo cirúrgico das mãos do cirurgião: adesão das boas práticas no período intra-operatório
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Adriana Cristina de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8238312650728157
local.contributor.referee1Edna Maria Rezende
local.contributor.referee1Wanessa Trindade Clemente
local.description.resumoO acompanhamento e a capacitação dos profissionais quanto ao adequado preparo cirúrgicos das mãos é fundamental para minimizar o risco de infecções de sítio cirúrgico. O objetivo deste estudo foi analisar a efetividade das boas práticas no preparo cirúrgico das mãos do cirurgião no período intra-operatório. Trata-se de um estudo descritivo com abordagem quantitativa do período de outubro a dezembro de 2014, envolvendo cinqüenta e um cirurgiões, selecionados pela clínica, tipo e duração da cirurgia e potencial de contaminação do procedimento. Foi avaliado o preparo das mãos antes do ato cirúrgico (tempo de degermação das mãos, uso e tipo de adornos) e durante o procedimento cirúrgico (quantidade utilizada e trocas de luvas, além dos motivos dessas trocas). Utilizou-se como coleta de dados um formulário estruturado, no qual foi realizada a observação direta desses profissionais no período intra-operatório. Os resultados mostraram que entre as especialidades mais avaliadas a media foi de um a quatro min de preparo das mãos para o procedimento. Dos 51 cirurgiões analisados somente 3 não realizaram o preparo cirúrgico conforme as recomendações do CDC, e 1 utilizou adorno. Nas cirurgias com potencial de contaminação “limpa”, o tempo médio de preparo das mãos foi de 4 min. A observação direta demonstrou a necessidade de melhorias na adesão às boas práticas por esses profissionais. Seria relevante um estudo seqüencial para o feedback desses profissionais e posteriormente uma nova avaliação para verificar a efetividade destas ações.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Vigilância e Controle das Infecções

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