Caracterização de protetores de animais no Município de Belo Horizonte %u2013 Minas Gerais

dc.creatorLíslie Caroline Oliveira Stuart
dc.date.accessioned2023-11-13T11:39:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:24Z
dc.date.available2023-11-13T11:39:23Z
dc.date.issued2023-07-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60837
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência animal
dc.subject.otherCão
dc.subject.otherGato
dc.subject.otherZoonoses
dc.subject.otherAnimais domésticos
dc.titleCaracterização de protetores de animais no Município de Belo Horizonte %u2013 Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Camila Stefanie Fonseca de Oliveira
local.contributor.advisor1Marcos Xavier Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1407172552612027
local.contributor.referee1Maria Helena Franco Morais
local.contributor.referee1Rafael Romero Nicolino
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4913986572939159
local.description.resumoA superpopulação de cães e gatos causa problemas sanitários, ambientais e sociais, podendo trazer questões como as zoonoses, além de comprometer o bem-estar destes animais, que se tornam vulneráveis a doenças e aos maus-tratos. Os protetores e as Organizações não Governamentais (ONGs) de proteção animal se esforçam diariamente para promover o bem-estar animal através de resgates e cuidados veterinários. Neste trabalho foi realizado um estudo descritivo que teve como objetivo caracterizar o ambiente em que estes animais estão abrigados, seu status sanitário e os aspectos socioeconômicos dos protetores de animais, a partir da aplicação de questionários às ONGs e aos protetores independentes de cuidado e bem-estar animal de Belo Horizonte. Foram aplicados 22 questionários, respondidos entre os dias 07 de abril de 2022 e 08 de setembro de 2022, através da ferramenta Google Forms. Este trabalho tentou estimar o número de protetores e ONGs presentes na cidade de Belo Horizonte/MG, além de buscar compreender a fonte de renda que possibilita a manutenção de seus trabalhos e o local onde os animais são mantidos por estas. Observou-se, também, a importância das redes sociais como principal forma de divulgação das campanhas de adoção; 85,71% (18/21) dos entrevistados as utilizavam para divulgar os animais disponíveis para adoção. Em relação à manifestação de doenças, foi perguntado sobre quatro específicas: leishmaniose, esporotricose, vírus da leucemia felina (FeLV) e vírus da imunodeficiência felina (FIV), e apenas 10% (2/20) dos respondentes disseram não possuir animais abrigados com essas doenças. Já em relação à presença de cinomose e parvovirose nos abrigos, 90,91% (20/22) dos entrevistados optaram por não responder a esta pergunta. O desconhecimento do número real de ONGs e protetores que atuam no resgate e adoção de cães e gatos no Brasil, associada à escassa literatura sobre esse assunto e falta de dados das políticas instituídas, dificultam a implementação de medidas que visam garantir a saúde e o bem-estar dos animais abandonados. Portanto, faz-se necessário atuar sobre o controle populacional desses animais, instituir medidas educativas em relação à guarda responsável e melhorias nas condições de vida dos animais, além da criação de uma legislação adequada de defesa e proteção dos animais e medidas que auxiliem os protetores a continuarem seus trabalhos com maior segurança jurídica e financeira.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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