A noção de artistas-curadores na 33ª bienal de são paulo: os artistas em histórica negociação com as instituições culturais

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Resumo

Neste artigo, situamos na História da Arte o debate artista-curador, a partir dos acontecimentos em torno da proposta de criação de um Museu de Artistas Vivos na França para então abordamos como, em meados do século XX, com onascimento da profissão de curador de exposições, os artistas passam a questionar o papel do curador como mediador entre artistas e público. Com essa apresentação histórica sobre a presença de tal debate nos mundos da arte, pretendemos situar a perspectiva apresentada na curadoria da 33ª Bienal de São Paulo ao longo dessa relação entre os artistas e as instituições culturais, em especial os museus de arte. Uma vez que este artigo integra uma pesquisa mais ampla a respeito de teorias e metodologias de curadoria de exposição, aprofundaremos nossa reflexão a respeito das definições que circularam na imprensa nacional e internacional a respeito do modelo proposto por Gabriel Pérez-Barreiro. A reflexão foi feita a partir deste corpus documental. Não foram abordados somente os textos da assessoria de comunicação, mas também conteúdo elaborado para as redes sociais, textos de catálogos e o material educativo produzidos pela equipe da 33ª Bienal de São Paulo, assim como as reportagens, matérias de jornalismo cultural e textos de crítica de arte que circularam nacional e internacionalmente sobre a exposição. Para desenvolver essa análise temos como referência o pensamento de Howard Becker, Jérôme Glicenstein, J. Pedro Lorente, entre outros autores.

Abstract

Assunto

Artes

Palavras-chave

artista-curador, história das exposições

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http://www.revistas.usp.br/revistaara/article/view/154439

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