Constipação intestinal: uma revisão

dc.creatorElaine Maria Santos Ramalho Rodrigues Diniz
dc.date.accessioned2019-08-10T10:42:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:30Z
dc.date.available2019-08-10T10:42:07Z
dc.date.issued2008-12-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9WFGV3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicamentos Utilização
dc.subjectConstipação
dc.subjectIntestinos
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherAdulto
dc.subject.otherTratamento
dc.subject.otherCriança
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherConstipação intestinal
dc.titleConstipação intestinal: uma revisão
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Micheline Rosa Silveira
local.contributor.advisor1Wania da Silva Carvalho
local.contributor.referee1Simone de Araujo Medina Mendonça
local.description.resumoA Constipação intestinal apresenta acentuada prevalência sobre a população, especialmente em idosos, gerando assim, impacto sobre a saúde pública. O objetivo desse trabalho foi revisar a literatura, nos últimos dez anos sobre constipação intestinal não complicada, com destaque para aspectos gerais da constipação, fatores predisponentes, tratamento farmacológico e não farmacológico e abordagem farmacêutica. As bases de dados utilizadas foram, PUBMED/ MEDLINE, SCIELO e LILACS para a localização de artigos científicos. Esses foram selecionados e agrupados de acordo com os temas discutidos. A análise dos dados disponíveis evidenciaram que, de modo geral, os homens são menos acometidos, inversamente às crianças, população feminina jovem, grávidas, em pós menopausa e fatores extras, como em portadores de ceco-móvel ou por uso de determinados medicamentos. No processo de envelhecimento ocorrem modificações no sistema digestivo , quer ao nível motor, como dificuldade para a mastigação e deglutição, até uma diminuição da musculatura faríngea e colônica. No âmbito nutricional verificouse diminuição da sede, diminuição da absorção de água, eletrólitros, vitamina D, cálcio e ferro, perda da sensibilidade gustativa. O estilo de vida também constitui fato marcante, uma vez que o sedentarismo, problemas nutricionais, diminuição dos recursos financeiros, aumento de dependência física para realizar movimentos da vida cotidiana e de questões psicossociais, figuram entre os fatores predisponentes à constipação intestinal. A abordagem terapêutica é preferencialmente não medicamentosa, salientando a importância de exercícios físicos adequados, treinamento e ingestão de fibras. Contudo, o tratamento com laxativos ainda persiste e será objeto de discussão do presente estudo.
local.publisher.initialsUFMG

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