Resinas compostas nos últimos 10 anos - revisão da literatura. Parte 6: longevidade

dc.creatorPaulo Vinícius Soares
dc.creatorLuísa de Oliveira Fernandes
dc.creatorAmanda Ribeiro Wobido
dc.creatorLivia Favaro Zeola
dc.date.accessioned2023-01-13T16:31:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:46Z
dc.date.available2023-01-13T16:31:34Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.issn2447911X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48911
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJournal of Clinical Dentistry and Research
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectResinas compostas
dc.subjectCárie dentária
dc.subjectRevisão
dc.subjectLongevidade
dc.titleResinas compostas nos últimos 10 anos - revisão da literatura. Parte 6: longevidade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage70
local.citation.issue1
local.citation.spage58
local.citation.volume17
local.description.resumontrodução: Essa é a última parte da sequência de seis artigos abordando uma avaliação da literatura a respeito das resinas compostas nos últimos 10 anos. A resina composta é um material amplamente utilizado na prática clínica odontológica e, por esse motivo, o conhecimento de seu comportamento em longo prazo torna-se necessário. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi avaliar, por meio de revisão de literatura, a longevidade clínica e as taxas de falha de restaurações em resina com- posta. Métodos: Uma busca ampla na literatura foi realizada, utilizando a base de dados Medline/PubMed entre os anos 2007-2018. Após avaliação dos títulos e resumos, 65 artigos foram selecionados para leitura de seus textos completos, sendo 30 incluídos nessa revisão. Em seguida, foi realizada extração dos dados e interpretação dos resultados. Resultados: O tempo de avaliação clínica utilizado nos estudos variou de 1 a 22 anos e a taxa de falha das restaurações em resina composta oscilou de 0 a 54,8%. As principais causas de falha associadas foram cárie secundária, descoloração marginal e fratura da restauração/dente. Conclusões: A resina composta apresenta boa longevidade independentemente do tipo de material utilizado. Porém, os estudos que analisaram com menos de 5 anos são considerados inconclusivos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://br.clinicaldentistry.net/2020-v17n1-58-3/

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