A depressão em pacientes diagnosticados com esclerose lateral amiotrófica

dc.creatorMarina Barra Rodrigues
dc.date.accessioned2021-05-13T22:55:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:36Z
dc.date.available2021-05-13T22:55:46Z
dc.date.issued2020-06-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35967
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFarmacologia
dc.subjectEsclerose amiotrófica lateral
dc.subjectDepressão
dc.subject.otherEsclerose lateral amiotrófica
dc.subject.otherDepressão
dc.subject.otherFormas de controle
dc.titleA depressão em pacientes diagnosticados com esclerose lateral amiotrófica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Daniele Cristina de Aguiar
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4058808260828083
local.contributor.referee1Luciene Bruno Vieira
local.contributor.referee1Laila da Silva Asth Fernandes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7234090216102692
local.description.resumoAs pesquisas em torno da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) começaram ainda no século XIX. No entanto, até hoje há poucas informações sobre essa doença. A ELA faz parte das doenças do neurônio motor em adultos, sendo a mais comum, resulta em uma desordem neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de neurônios motores, levando ao aumento da fraqueza muscular. Embora seja considerada uma doença de incidência rara, cerca de 1 caso para 100 000 pessoas/ano, ela representa um grande impacto pessoal e socioeconômico para o indivíduo e para a sociedade. Mesmo com avanço da medicina e o aumento de número de estudos sobre a ELA, ainda não há um tratamento curativo e/ou definitivo. A medicação e os suplementos disponíveis apenas lentificam a progressão da doença e melhoram a qualidade de vida do indíviduo. Os pacientes ao receberem o diagnostico de uma doença degenerativa, como a ELA, são submetidos e confrontados com problemas físicos progressivos que geram o comprometimento de mobilidade e perda de comunicação, o que pode provocar uma reação psicológica grave, levando a um possível e subsequente desenvolvimento de depressão e/ou ansiedade. A melhoria da qualidade de vida é o ponto mais importante para o paciente com sofrimento psíquico, como a depressão, pois ela também reduz a qualidade de vida e aumenta o risco de mortalidade de pacientes que sofrem de doenças crônicas. Estudos mostram que há incidência significativa de depressão em pacientes, após o diagnostico de ELA e que a depressão pode acelerar a progressão da doença. Porém, outros estudos confirmam que não há correlação direta entre a progressão da doença e o desenvolvimento de depressão. Ainda, com a progressão da doença a presença da depressão não leva a alteração na intensidade dos sintomas. Assim, o objetivo desse trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica narrativa acerca de pacientes que possuem ELA e depressão.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2988-3033
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Farmacologia

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