(Im)possibilidades maternas : dispositivo e experiência nas formas de maternidade de Madonas e Julia e a raposa
| dc.creator | Marina Fonseca Guimarães | |
| dc.date.accessioned | 2021-03-10T13:07:46Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:12:46Z | |
| dc.date.available | 2021-03-10T13:07:46Z | |
| dc.date.issued | 2020-12-18 | |
| dc.description.sponsorship | FAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/35145 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject.other | Maternidade | |
| dc.subject.other | Cinema | |
| dc.subject.other | Feminismo | |
| dc.title | (Im)possibilidades maternas : dispositivo e experiência nas formas de maternidade de Madonas e Julia e a raposa | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Roberta Oliveira Veiga | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4890490493310121 | |
| local.contributor.referee1 | Ana Catarina Santos Pereira | |
| local.contributor.referee1 | Karla Holanda de Araújo | |
| local.contributor.referee1 | Ângela Cristina Salgueiro Marques | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2243919678153758 | |
| local.description.resumo | Neste trabalho, o pensamento feminista encontra o pensamento das imagens. Com essa premissa, a proposta da dissertação nasce do desejo de se pensar como o cinema elabora a experiência da maternidade para além dos modos estabelecidos do mito do amor materno. Partimos dos filmes Madonas (2007) e Julia e a Raposa (2018), ambos dirigidos por mulheres – a alemã Maria Speth e a argentina Inés María Barrionuevo –, que tecem experiências diversas do ser mãe, sinalizando para um não visto e, ainda, sobre um não dito. A maternidade, compreendida socialmente como “tema feminino por excelência”, este firmado na sinonímia mãe e mulher, encontra nos filmes do corpus uma possibilidade de ressignificação, reelaboração e resistência ao já instituído sobre ela. Ao fazer durar na tela experiências femininas marcadas pelo conflito e atravessadas pelos dispositivos de tensão, controle e regulação dos desejos, o cinema se lança ao resgate de um debate que, desprivilegiado nos estudos de gênero contemporâneos, ainda está em disputa. Perseguimos, pois, em Madonas e em Julia, os deslocamentos de um ideal de maternidade –este responsável pela homogeneização e romantização das vivências maternas. Logo, nas análises, atentamos para as forças políticas enfrentados pelos filmes e para os procedimentos expressivos dos quais se servem nesse enfrentamento. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social |