Langerhans cells ascertaining in cervical tissues obtained from women with cervical intraepithelial neoplasia
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Determinação de células de Langerhans em tecidos cervicais obtidos de mulheres com neoplasia intraepitelial cervical
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Resumo
Objectives: Impairment of cell-mediated immunity in cervical cancer (CC) and intraepithelial neoplasia (CIN) has
been reported. In this study, Langerhans cells (LC) subpopulations were quantitatively evaluated in cervical tissuesamples obtained from Brazilian patients exhibiting progressive grades of CIN, (CIN)I (n=3), CINII (n=3) and CINIII
(n=3), in addition to three normal controls.
Methods: The precise number of cervical LC was determined in the entire area of lesioned epithelium from CIN
samples, by performing a morphometric analysis of Langerhans cells positive for two distinct markers, S100 and
Langerin (Lang) detected either by Immunofluorescence or Immunohistochemistry analysis.
Results: In normal cervix, a higher density of Langerin+ cells was observed whereas S100+ LC were
predominant in pre-neoplastic lesions samples. Increased numbers of intraepithelial S100+ and Lang+ cells were
observed in CIN samples, with an important predominance of Langerhans cell in CINII samples, despite the LC
marker or the histological technique employed for the analysis. Curiously, a severe decrease in S100+, but
particularly in Lang+ Langerhans cells was observed in cervical tissues exhibiting CINIII.
Conclusions: Our results suggest that the morphometric evaluation of Langerhans cells number is an effective
approach to determine LC number in cervical tissues, and that those immune-cells are possibly involved in the
surveillance against the cervical lesion development.
Abstract
Objetivos: O comprometimento da imunidade mediada por células no câncer cervical (CC) e na neoplasia intraepitelial (NIC) tem
foi relatado. Neste estudo, subpopulações de células de Langerhans (CL) foram avaliadas quantitativamente em amostras de tecidos cervicais obtidas de pacientes brasileiros apresentando graus progressivos de NIC, (NIC)I (n=3), CINII (n=3) e CINIII.
(n=3), além de três controles normais.
Métodos: O número preciso de LC cervicais foi determinado em toda a área do epitélio lesionado da NIC
amostras, realizando uma análise morfométrica de células de Langerhans positivas para dois marcadores distintos, S100 e
Langerina (Lang) detectada por imunofluorescência ou análise imuno-histoquímica.
Resultados: No colo do útero normal, foi observada uma maior densidade de células Langerina+ enquanto as LC S100+ foram
predominante em amostras de lesões pré-neoplásicas. Números aumentados de células intraepiteliais S100+ e Lang+ foram
observado em amostras de NIC, com importante predomínio de células de Langerhans em amostras de CINII, apesar da LC
marcador ou a técnica histológica empregada para a análise. Curiosamente, uma diminuição acentuada no S100+, mas
particularmente em células Lang+ Langerhans foi observado em tecidos cervicais exibindo CINIII.
Conclusões: Nossos resultados sugerem que a avaliação morfométrica do número de células de Langerhans é um método eficaz
abordagem para determinar o número de LC em tecidos cervicais, e que essas células imunológicas estão possivelmente envolvidas no
vigilância contra o desenvolvimento de lesões cervicais.
Assunto
Células de Langerhans, Imuno-Histoquímica, Displasia do Colo do Útero, Imunidade nas Mucosas
Palavras-chave
Langerhans Cells, Immunohistochemistry, Uterine Cervical Dysplasia, Immunity, Mucosal
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https://www.longdom.org/open-access/langerhans-cells-ascertaining-in-cervical-tissues-obtained-from-women-withcervical-intraepithelial-neoplasia-2161-038X-1000203.pdf