A relação da prematuridade e baixo peso ao nascer com lesões de mucosa oral em recém-nascidos e prevalência de anquiloglossia de acordo com critérios diagnósticos

dc.creatorPoliana Valdelice da Cruz
dc.date.accessioned2022-03-16T12:11:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:43:08Z
dc.date.available2022-03-16T12:11:57Z
dc.date.issued2021-07-30
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40141
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMucosa bucal/lesões
dc.subjectAnormalidades congênitas
dc.subjectPrematuro
dc.subjectGestação de alto risco
dc.subjectFreio lingual
dc.subject.otherLesão de mucosa oral
dc.subject.otherAnomalias congênitas
dc.subject.otherPrematuridade
dc.subject.otherBaixo peso
dc.subject.otherAlto risco gestacional
dc.subject.otherFrênulo lingual
dc.subject.otherAnquiloglossia
dc.titleA relação da prematuridade e baixo peso ao nascer com lesões de mucosa oral em recém-nascidos e prevalência de anquiloglossia de acordo com critérios diagnósticos
dc.title.alternativeThe relationship of prematurity and low birth weight with oral mucosal lesions in newborns and prevalence of ankyloglossia according to diagnostic criteria
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Cristiane Baccin Bendo Neves
local.contributor.advisor1Carolina de Castro Martins
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4571204332880298
local.contributor.referee1Heitor Marques Honório
local.contributor.referee1Luiz Evaristo Ricci Volpato
local.contributor.referee1Marcia Gomes Penido Machado
local.contributor.referee1Izabella Barbosa Fernandes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6357723642372362
local.description.resumoObjetivo: 1) verificar a associação da prematuridade e baixo peso ao nascimento (BPN) com a ocorrência de lesões de mucosa oral em recém-nascidos (RN), fatores de saúde materno-infantil e socioeconômicos, por meio de um estudo transversal; e 2) avaliar a prevalência de anquiloglossia em bebês, crianças e adolescentes de acordo com diferentes critérios diagnósticos, por meio de uma revisão sistemática. Métodos: 1) O estudo contou com uma amostra de 431 pares de mães e recém-nascidos. A coleta foi realizada no período de agosto de 2016 a abril de 2017. Após o nascimento, os bebês tiveram a cavidade bucal examinada para lesões de mucosa. A regressão logística bivariada e multivariada foi utilizada para a análise dos dados. O nível de significância foi de 5%. 2) Foram realizadas buscas eletrônicas em nove bases de dados até 2021. Por meio da meta-análise de efeitos aleatórios, foi avaliada a prevalência bruta de anquiloglossia e para sexo. Uma meta-análise de efeitos mistos foi usada para análise de sugrupos por critérios diagnósticos e idade. Calculamos a RP e o IC de 95% da ocorrência de anquiloglossia em meninos, em comparação com meninas e avaliamos a certeza das evidências usando a abordagem GRADE. Resultados: 1) Prematuridade e BPN foram associados com pérolas de Epstein (odds ratio [OR]: 1,7; intervalo de confiança de 95% [IC]: 1,03–3,0; OR: 1,8; IC95%: 1,1–3,2, respectivamente) e mucocele (OR: 4,6; IC95%: 1,3–16,1; OR: 3,7; IC95%: 1,1–13,1, respectivamente), mas não à anquiloglossia (OR: 1,0; IC95%: 0,5–2,1; OR: 0,7; IC95%: 0,3 -1,6, respectivamente) ou amamentação (OR: 0,5; IC95%: 0,1-2,1; OR: 1,9; IC95%: 0,2-15,6, respectivamente). A prematuridade foi associada à gravidez de alto risco (OR: 2,3; IC 95%: 1,3–3,9), estar na incubadora (OR: 3,2; IC 95%: 1,7–5,9) e baixo nível socioeconômico (OR: 2,4; IC de 95%: 1,1-5,2). 2) Setenta e três estudos observacionais foram incluídos (72 na meta-análise). Havia cinco diferentes critérios diagnósticos validados. A prevalência geral bruta de anquiloglossia foi de 4% (IC95%: 3% - 4%) variando de 67% para o critério de Coryllos (IC95%: 40% - 94%) a 2% para estudos que usaram critérios próprios (2%; IC95% : 2% - 2%). A prevalência foi similar entre faixas etárias e sexos. Entretanto, meninos tiveram 1,29 mais risco de ter anquiloglossia do que meninas (95%IC: 1,04-1,59) com muito baixa certeza de evidência. Conclusão: 1) Recém-nascidos prematuros e com BPN foram mais propensos a ter pérolas de Epstein e mucocele do que RN à termo e com peso normal. Amamentação e anquiloglossia não foram associadas à prematuridade e BPN. A prematuridade também foi associada à gravidez de alto risco, estar na incubadora e baixo nível socioeconômico. 2) A prevalência de anquiloglossia geral foi baixa, e maior para critérios diagnósticos validados comparado aos critérios próprios usados pelos autores. A prevalência de anquiloglossia foi semelhante para grupos de idade e sexo. Com muita baixa certeza da evidência, não podemos afirmar que meninos têm mais anquiloglossia que meninas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOPEDIATRIA E ORTODONTIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologia

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