Análise estatística de um estudo de bioequivalência farmacêutica da quetiapina em delineamento crossover 2x2

dc.creatorCarlos Eduardo Melo Corrêa
dc.date.accessioned2019-12-10T17:49:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:51Z
dc.date.available2019-12-10T17:49:10Z
dc.date.issued2018-12-17
dc.description.abstractThe registration of generic and similar medicines requires the submission of documentation and criteria to be met, required by the National Health Surveillance Agency (ANVISA), to ensure quality, safety and efficacy. The pharmaceutical bioequivalence study, carried out for comparison between the test formulations (generic or similar) and the reference formulations, consists of demonstrating the equivalence of bioavailability between the two formulations, under the same experimental design, so they can be interchangeable. Some premises, duly established by ANVISA resolutions, must be followed for the quality and reliability of the results of the study. The statistical analysis of this study evaluates the (residual) sequence, period and formulation effects of the pharmacokinetic parameters Cmax, ASC0-t and ASC0-inf using the variance analysis (ANOVA). It is concluded that there is bioequivalence between two formulations when the 90% confidence interval for the geometric means ratio of each of the pharmacokinetic parameters is included in the range of values from 0.8 to 1.25 (80 to 125%). As an application, we present the bioequivalence study of Quetiapine hemifumarate (25 mg coated tablet, single dose), in 2x2 crossover design, with 48 healthy volunteers of both sexes. No sequence, period or formulation effect was observed, and 90% confidence intervals for the three pharmacokinetic parameters were found to result within the bioequivalence ranges. We conclude that the test and reference formulations are bioequivalent and are also interchangeable.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31500
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstatística
dc.subjectMedicamentos - Equivalência terapêutica
dc.subjectMedicamentos genéricos
dc.subjectConfiabilidade (Probabilidades)
dc.subject.otherCmax. ASC0-t
dc.subject.otherASC0-inf
dc.subject.otherANOVA
dc.subject.otherQuetiapina
dc.titleAnálise estatística de um estudo de bioequivalência farmacêutica da quetiapina em delineamento crossover 2x2
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Edna Afonso Reis
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3773191587995244
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3798891486134414
local.description.resumoO registro de medicamentos genéricos e similares requer a apresentação de documentação e critérios a serem cumpridos, exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), para garantir a qualidade, segurança e eficácia. O estudo de bioequivalência farmacêutica, realizado para comparação entre as formulações teste (genérico ou similar) e de referência, consiste em demonstrar a equivalência da biodisponibilidade entre as duas formulações, sob um mesmo desenho experimental, para que possam ser intercambiáveis. Algumas premissas, devidamente estabelecidas pelas resoluções da ANVISA, devem ser seguidas para que haja qualidade e confiabilidade dos resultados do estudo. A análise estatística deste estudo avalia os efeitos de sequência (residual), de período e de formulação, através da análise de variância (ANOVA), dos parâmetros farmacocinéticos: Cmax, ASC0-t e ASC0-inf. Conclui-se que há bioequivalência entre duas formulações quando o intervalo de confiança 90% para a razão das médias geométricas, de cada um dos parâmetros farmacocinéticos, está compreendido na faixa de valores de 0,8 a 1,25 (80 a 125%). Como aplicação, apresentamos o estudo de bioequivalência do Hemifumarato de Quetiapina (25 mg comprimido revestido, dose única), em delineamento crossover 2x2, com 48 voluntários sadios de ambos os sexos. Não foram observados efeito de sequência, período ou formulação, e os intervalos de confiança 90% para os três parâmetros farmacocinéticos apresentaram resultado dentro das faixas de bioequivalência. Concluímos que as formulações teste e referência são bioequivalentes, sendo também intercambiáveis.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Estatística

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