Esse Paraná, para onde nos levará? : a história e o Conatus em dois estaleiros de Manaus
| dc.creator | Marcelo de Souza Ramos | |
| dc.date.accessioned | 2020-03-16T16:45:00Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:10:19Z | |
| dc.date.available | 2020-03-16T16:45:00Z | |
| dc.date.issued | 2019-11-29 | |
| dc.description.sponsorship | Outra Agência | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/32923 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Empresas familiares | |
| dc.subject | Sucessão | |
| dc.subject | Estaleiros | |
| dc.subject.other | Bourdieu | |
| dc.subject.other | Espinosa | |
| dc.subject.other | Conatus | |
| dc.subject.other | Estaleiros | |
| dc.title | Esse Paraná, para onde nos levará? : a história e o Conatus em dois estaleiros de Manaus | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Alexandre de Pádua Carrieri | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0555523196295968 | |
| local.contributor.referee1 | Elisangela Domingues Michelatto Natt | |
| local.contributor.referee1 | Marcio Gomes de Sá | |
| local.contributor.referee1 | Denis Alves Perdigão | |
| local.contributor.referee1 | Samir Lotfi Vaz | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/9576104993677674 | |
| local.description.resumo | Fazendo uma analogia a um paraná, este estudo se propôs a investigar o conatus nos estaleiros Alfa e Bravo. Como em uma bifurcação – onde de lado tem a calmaria e do outro o barco segue viagem – este estudo buscou, utilizando a abordagem bourdieusiana, revelar as estratégias de perpetuação dessas empresas familiares – ou, utilizando a analogia, revelar as estratégias que fariam com que o barco continuasse viagem. Para isso, a pergunta problema foi: “esse paraná, para onde nos levará?”, ou seja, “como é construído o conatus nos dois estaleiros de gestão familiar?”. Seguindo a premissa bourdieusiana de que as famílias são compostas por diferentes corpos unidos por um conatus, ou seja, uma tendência de perpetuação do seu ser social com todos os seus poderes e privilégios, essa tese buscou revelar as estratégias de inculcação que garantiriam a perpetuação dos dois estaleiros citados. Para responder ao problema e cumprir com os objetivos desta pesquisa, foi empreendida uma investigação de cunho qualitativo e que lançou mão de entrevistas semi estruturadas e de um diário de campo para apreensão do contexto em que a pesquisa se desenvolveu. Ela trouxe a alguns elementos da trajetória de vida dos envolvidos nos dois estaleiros para a tese, como um recurso para a compreensão do habitus de seus membros. Os casos demonstraram, como resultado, a ausência de um conatus (no singular), ou seja, não foram identificadas estratégias de perpetuação e a tese não foi convalidada. Porém, este trabalho, ao trazer os conceitos relacionados à natureza dos afetos de Espinosa, conseguiu explicar tal ausência (uma suposta antinomia) ampliando a percepção do conatus e propondo investigações mais profundas – não apenas a busca por evidências de perpetuação do ser. Em outras palavras, quando o processo de perpetuação não for evidente, ou seja, quando não houver um conatus familiar, é necessário que se lance mão do estudo dos afetos para evidenciar os conatus, no plural. Nesse sentido, este trabalho evidenciou o sentimento de comiseração dos pais em relação aos filhos, nos dois casos. Em termos práticos, esta perspectiva contribui para um processo sucessório mais humano e que considere os herdeiros em sua individualidade, pois o conatus é isso: potência individual. Por fim, esse paraná não os levará a lugar nenhum porque ele já é o destino final daqueles que começaram sua empreitada há décadas atrás, cabendo a cada herdeiro, decidir seu próprio caminho. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Administração |