Discurso judicial: um discurso sofista?

dc.creatorLeonardo Vergani Amos
dc.date.accessioned2024-07-26T15:33:12Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:59Z
dc.date.available2024-07-26T15:33:12Z
dc.date.issued2024-06-15
dc.description.abstractBased on the realization that the way lawyers are usually depicted makes them fall into the contemporary definition of sophist, this paper seeks to verify whether the lawyer's judicial speech is in fact a sophist discourse. In order to achieve this objective, this paper has been divided into two parts. In the first part, three meanings of sophist are presented: 1) etymological; 2) re-signification given by Plato and the further study given by Aristotle; 3) contemporary. The hope was to be able to understand the contemporary meaning of sophist from a more privileged perspective, in which we can understand which elements of some past meanings have been maintained and/or left behind. In the second part, based on the concept of judicial speech given by Aristotle and the contemporary meaning of sophist, an analysis is made to verify whether judicial speech is a sophist discourse. The conclusion is that judicial speech is not conceptually sophist.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/71945
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLíngua e linguagem - Estudo e ensino
dc.subject.otherDiscurso judicial
dc.subject.otherDiscurso sofista
dc.subject.otherSofista
dc.titleDiscurso judicial: um discurso sofista?
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Bernardo Guadalupe dos Santos Lins Brandão
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1448608601486631
local.contributor.referee1Ana Larissa Adorno Marciotto
local.contributor.referee1Monique Vieira Miranda
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4939253169233722
local.description.resumoPartindo da constatação de que a maneira como o advogado é costumeiramente figurado faz com que ele caia na definição contemporânea de sofista, este trabalho busca verificar se o discurso judicial do advogado é de fato um discurso sofista. Para alcançar esse objetivo, o trabalho foi dividido em duas partes. Na primeira parte, são apresentados três significados de sofista: 1) etimológico; 2) ressignificação dada por Platão e aprofundamento dado por Aristóteles; 3) contemporâneo. Esperou-se, com isso, poder entender o significado contemporâneo de sofista de uma perspectiva mais privilegiada, em que se possa compreender quais elementos de algumas significações passadas foram mantidos e/ou deixados para trás. Na segunda parte, a partir do conceito de discurso judicial dado por Aristóteles e do sentido contemporâneo de sofista, é feita uma análise para verificar se o discurso judicial é um discurso sofista. Ao final, conclui-se que o discurso judicial não é conceitualmente sofista.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5637-5456
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Linguagem Jurídica

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