Lotófagos (Odisseia IX, 82-104): comida floral fácil e risco de desistência

dc.creatorTeodoro Rennó Assunção
dc.date.accessioned2023-09-18T20:32:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:38Z
dc.date.available2023-09-18T20:32:35Z
dc.date.issued2016-03-15
dc.description.abstractCet article propose une traduction et un commentaire de l’épisode des Lotophages dans l’Odyssée (IX, 82-104), en faisant attention aussi bien à son organisation interne en tant qu’épisode de voyage avec une scène typique d’hospitalité (réduite seulement à l’offre de nourriture), qu’à sa position et spécificité dans l’ensemble des voyages merveilleux d’Ulysse (chants IX à XII) et dans l’ensemble de l’Odyssée. Il essaie de définir les sens possibles de lōtós (“lotus”), tels que présentés par Hérodote et Théophraste, confrontés avec le peu de données présentes dans l’Odyssée(convergeant sur le fait que celui-ci est une plante non cultivée et cueillie), et – ce qui est plus important – il essaie de définir aussi les effets de l’ingestion du lotus, qui sont comme ceux-là d’une drogue dangereuse (telle que le haschisch, l’opium ou la mescaline) qui supprime la volonté d’agir, menaçant – d’une manière rétrospective – le retour d’Ulysse et le récit lui-même de l’Odyssée.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24277/classica.v29i1.416
dc.identifier.issn2176-6436
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58765
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofClássica: Revista Brasileira de Estudos Clássicos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectOdisseia (Mitologia grega)
dc.subjectTradução e interpretação
dc.subject.otherLotófagos
dc.subject.otherOdisseia
dc.subject.otherComida floral fácil
dc.subject.otherRisco de desistência
dc.titleLotófagos (Odisseia IX, 82-104): comida floral fácil e risco de desistência
dc.title.alternativeLotophages (Odyssée IX, 82-104): nourriture de fleur, facile, et risque d’abandon
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage294
local.citation.issue1
local.citation.spage273
local.citation.volume29
local.description.resumoEste artigo propõe uma tradução e um comentário do episódio dos Lotófagos na Odisseia (IX, 82-104), atentando tanto para sua organização interna enquanto episódio de viagem com uma cena típica de hospitalidade (resumida apenas à oferta de comida), quanto para sua posição e especificidade no conjunto das viagens maravilhosas de Odisseu (cantos IX a XII) e no conjunto da Odisseia. Ele tenta definir os significados possíveis de lōtós (“lótus”), tais como apresentados por Heródoto e Teofrasto, em confronto com os poucos dados presentes na Odisseia (convergindo em ser ele uma planta não cultivada e colhida), e – o que é mais importante – tenta definir também os efeitos do consumo do lótus, que são como os de uma droga perigosa (como o haxixe, o ópio ou a mescalina) que suprime a vontade de agir, ameaçando retrospectivamente o retorno de Odisseu e a própria narrativa da Odisseia.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3349-0643
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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