A Geografia Urbana do camelô belo-horizontino

dc.creatorClaudio Roberto de Jesus
dc.date.accessioned2019-08-14T10:54:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:32:05Z
dc.date.available2019-08-14T10:54:47Z
dc.date.issued2011-08-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-8LRPHV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEspaço urbano Belo Horizonte (MG)
dc.subjectSociedade de consumo
dc.subjectSetor informal (Economia) Belo Horizonte (MG)
dc.subjectBelo Horizonte (MG)
dc.subject.otherreestruturação urbana
dc.subject.othersociedade dual
dc.subject.othercamelôs
dc.subject.othersociedade de consumo
dc.titleA Geografia Urbana do camelô belo-horizontino
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Geraldo Magela Costa
local.contributor.referee1Cassio Eduardo Viana Hissa
local.contributor.referee1Roberto Luís de Melo Monte-mór
local.contributor.referee1Cibele Saliba Rizek
local.contributor.referee1Antonio de Padua Nunes Tomasi
local.description.resumoA pretensão deste trabalho é questionar alguns mitos criados no fim do século vinte acerca das relações socioespaciais na área central de Belo Horizonte. Um dos principais pontos de debate diz respeito ao estigma, criado a partir da década de 1970, de degradação e caos na região central da cidade. Sendo assim, o que é chamado de degradação é tomado aqui como um processo de popularização do centro, que se intensifica nas décadas de 1980 e 90. Há uma interpretação corrente de que as elites saem da área central por causa da degradação socioambiental instaurada. Pretende-se aqui tomar o caminho inverso, assumindo o pressuposto de que é no momento em que as elites buscam novos espaços de consumo que ocorre um relativo abandono, por parte do poder público, da área central, iniciando-se assim certa degradação. Para efeito de análise, foram tomados o mito do caos sob a ótica do conflito e o processo de degradação como popularização do centro. Além disso, foi feita uma análise do processo de construção do Código de Posturas 2003, que determinou a saída dos camelôs das ruas da cidade, especialmente na área central. Será dada especial atenção para o caso dos camelôs, visto que foram os principais atores responsabilizados pela imagem de degradação e caos da área central de Belo Horizonte.
local.publisher.initialsUFMG

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