Perceptions of nurses, pharmacists and physicians about medication reconciliation: a multicenter study

dc.creatorGiulyane Targino Aires Moreno
dc.creatorCarina Carvalho Silvestre
dc.creatorDyego Carlos Souza Anacleto de Araújo
dc.creatorVanessa Terezinha Gubert Matos
dc.creatorVanessa Marcon de Oliveira
dc.creatorCristiane Munaretto Ferreira
dc.creatorÉrica Freire de Vasconcelos Pereira
dc.creatorAna Rafaela Pires Lira
dc.creatorClarice Chemello
dc.creatorLayse M.S. Oliveira
dc.creatorAlfredo Dias Oliveira Filho
dc.creatorDivaldo Pereira de Lyra Júnior
dc.date.accessioned2023-07-18T16:36:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:57Z
dc.date.available2023-07-18T16:36:32Z
dc.date.issued2020-11
dc.description.abstractA falta de clareza sobre como os profissionais podem realizar a reconciliação medicamentosa de forma qualificada pode justificar a realização de estudos específicos que caracterizem as principais falhas desse processo a fim de propor intervenções efetivas que otimizem a segurança do paciente. Portanto, o objetivo deste estudo foi analisar a percepção de enfermeiros, farmacêuticos e médicos sobre a reconciliação de medicamentos. Uma pesquisa transversal e multicêntrica foi realizada entre fevereiro e julho de 2019 em quatro hospitais no Brasil. A amostra de conveniência foi composta por enfermeiros, farmacêuticos e médicos. O instrumento ''Questionário para a avaliação da reconciliação de medicamentos no Brasil" foi entregue impresso ou enviado por e-mail via Google Form (Google Inc., Mountain View, CA, EUA), a enfermeiros, farmacêuticos e médicos que concordaram em participar da pesquisa. Os dados dessa etapa de aplicação foram expressos de forma descritiva e representados por números e porcentagens. O tratamento e análise dos dados e das variáveis ​​estudadas foram expressos por médias e desvios padrão. Neste estudo, os profissionais afirmaram haver relação parcial (14,5%) ou total (81,6%) entre o serviço de conciliação de medicamentos e a segurança do paciente. Nas enfermarias onde o serviço já estava implantado, o farmacêutico e o médico foram os profissionais mais citados como responsáveis ​​por realizar as diferentes etapas da reconciliação medicamentosa. Farmacêuticos foram os mais citados na admissão hospitalar, enquanto os médicos nas transferências internas e alta hospitalar. Os dados obtidos mostram que os profissionais participantes possuem dúvidas sobre as etapas da reconciliação medicamentosa, portanto, devem ser melhor esclarecidas, evitando trabalhos desnecessários e melhorando a comunicação entre enfermeiros, farmacêuticos e médicos. Logo, é necessário estimular a formação interprofissional desde a graduação para definir papéis e processos de trabalho, bem como introduzir estratégias que estimulem o trabalho e melhorem o conhecimento, a colaboração e a produtividade da equipe de saúde. O instrumento utilizado foi fundamental para avaliar a percepção dos profissionais e outras instituições podem utilizá-lo para conduzir uma melhor forma de implementar a reconciliação medicamentosa. Este estudo pode ser uma referência para a implementação da reconciliação de medicamentos nessas instituições para melhorar a segurança e otimizar os resultados clínicos dos pacientes pediátricos.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1016/j.jsps.2020.09.009
dc.identifier.issn2213-7475
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56569
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaudi Pharmaceutical Journal
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectReconciliação de medicamentos
dc.subjectSegurança do paciente
dc.subjectEnfermeiras e enfermeiros
dc.subjectFarmacêuticos
dc.subjectMédicas
dc.subjectMédicos
dc.subject.otherMedication reconciliation
dc.subject.otherPatient safety
dc.subject.otherNurses
dc.subject.otherPharmacists
dc.subject.otherPhysicians
dc.titlePerceptions of nurses, pharmacists and physicians about medication reconciliation: a multicenter study
dc.title.alternativePercepções de enfermeiros, farmacêuticos e médicos sobre a reconciliação de medicamentos: um estudo multicêntrico
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage1439
local.citation.issue11
local.citation.spage1435
local.citation.volume28
local.description.resumoThe lack of clarity about how professionals can perform medication reconciliation in a qualified manner may justify carrying out specific studies that characterize the main flaws in this process in order to propose effective interventions that optimize patient safety. Therefore, the aim of this study was to analyze the perception of nurses, pharmacists and physicians about medication reconciliation. A cross-sectional and multicenter survey was carried out between February and July 2019 in four hospitals in Brazil. The convenience sample consisted of nurses, pharmacists and physicians. The instrument ‘‘Questionnaire for the assessment of medication reconciliation in Brazil” was delivered in print or sent via email via Google Form (Google Inc., Mountain View, CA, USA), to nurses, pharmacists and physicians who agreed to participate in research. The data for this application step were expressed in a descriptive manner and represented by numbers and percentages. The treatment and analysis of data and variables studied were expressed by means and standard deviations. In this study, professionals stated that there was a partial (14.5%) or total (81.6%) relationship between the medication reconciliation service and patient safety. In the wards where the service was already implemented, pharmacists and physicians were the professionals most often cited as responsible for carrying out the different stages of medication reconciliation. Pharmacists were most frequently cited on hospital admission, while physicians on internal transfers and hospital discharge. The data obtained show that the participating professionals have doubts about the stages of medication reconciliation, consequently, it must be better clarified, avoiding unnecessary work and improving communication among nurses, pharmacists and physicians. Therefore, it is necessary to stimulate interprofessional training since graduation to define roles and work processes as well as to introduce strategies that encourage work and improve the knowledge, collaboration, and productivity of the health team. The instrument used was essential to assess the perception of professionals and other institutions may use it to conduct a better way to implement medication reconciliation. This study could be a reference for the implementation of medication reconciliation in these institutions to improve safety and optimize pediatrics patients’ clinical results.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1334-5791
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2162-0810
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6631-465X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9361-2780
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9123-9206
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0438-047X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2281-2950
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1234-1561
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3192-8285
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0266-0702
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1319016420302152?via%3Dihub

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