Avaliação clínica e laboratorial de cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) chagasi (Cunha & Chagas, 1937), submetidos a um protocolo terapêutico em clínica veterinária de Belo Horizonte.
| dc.creator | Sydnei Magno da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T17:13:27Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:58:39Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T17:13:27Z | |
| dc.date.issued | 2007-02-23 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/SAGF-765GJ2 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Alopurinol | |
| dc.subject | Leishmania | |
| dc.subject | Anfotericina B | |
| dc.subject.other | Leishmania (Leishmania) chagasi | |
| dc.title | Avaliação clínica e laboratorial de cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) chagasi (Cunha & Chagas, 1937), submetidos a um protocolo terapêutico em clínica veterinária de Belo Horizonte. | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Vitor Marcio Ribeiro | |
| local.contributor.advisor1 | Marilene Suzan Marques Michalick | |
| local.contributor.referee1 | Celia Maria Ferreira Gontijo | |
| local.contributor.referee1 | Wagner Luiz Tafuri | |
| local.description.resumo | A leishmaniose visceral no Brasil é uma zoonose que tem no cão doméstico o principal reservatório. O tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) é polêmico e no Brasil é praticado desde os meados da década de 90. Este trabalho é o primeiro a avaliar de forma sistematizada um protocolo de tratamento que utiliza Anfotericina B e Alopurinol em cães naturalmente infectados por Leishmania (Leishmania) chagasi, e que estão domiciliados no município de Belo Horizonte, Minas Gerais. Trinta e um cães submetidos a este protocolo em uma clínica veterinária deste município, entre janeiro de 2004 e dezembro de 2005, foram avaliados sob a ótica dos seguintes parâmetros: exame clínico; sorologia; imuno-histoquímica e PCR de fragmento de pele de orelha; hemograma e bioquímica sérica. Os resultados foram comparados com aqueles realizados imediatamente antes dos animais serem submetidos ao tratamento. Demonstrou-se melhora significativa em todos os parâmetros avaliados. Ao exame clínico foi observado em todos os cães o uso de medidas profiláticas contra a ação dos flebotomíneos, como coleiras impregnadas com Deltametrina a 4% ou repelentes tipo Top spot a base de Permetrina. O peso médio dos animais no intervalo de tempo entre o início do tratamento e o momento da avaliação foi aumentado em 12,68%. Antes do tratamento, 30 cães (96,78%)foram categorizados como sintomáticos. No momento da avaliação 25 animais (80,65%) estavam assintomáticos. A técnica da reação de imunofluorescência indireta (RIFI) foi o teste utilizado para a comparação dos níveis de anticorpos apresentados pelos cães antes e durante o acompanhamento da resposta ao tratamento. Antes do tratamento o valor máximo de diluição reativa final observado foi 1:20.480 e o mínimo 1:320, com média em 1:4.335. No momento da avaliação, estes valores eram no máximo 1:10.240 e o mínimo menor que 1:40 (considerado não reativo), com média em 1:1.190. A técnica de imuno-histoquímica mostrou ausência de parasitos na pele da face interna orelha em 93,55% dos animais no momento da avaliação enquanto antes do tratamento este percentual era de 45,16% estavam negativos. Antes do tratamento 29,03%dos animais eram PCR negativo no mesmo fragmento de pele, já no momento da avaliação em 80,65% dos animais a mesma técnica apresentou resultado negativo. Todos os cães apresentaram PCR de sangue periférico negativo. Houve aumento no percentual de animais com a relação Albumina/Globulina maior que 0,6 de 64,51% antes do tratamento para 90,32% no momento da avaliação. A significativa melhora clinico - laboratorial apresentada pelos animais na avaliação deste trabalho, aliada a participação consciente e colaboradora dos seus proprietários, e a adoção de medidas de controle da infecção centradas nos animais, minimizam o risco da permanência destes cães em seus domicílios, considerando um município endêmico para LVC como Belo Horizonte. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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