Comunidades críticas em Borges: experiência e experimentações a partir da teoria da história e da historiografia
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Sara Del Carmen Rojo de La Rosa
Paloma Vidal
Paloma Vidal
Resumo
Estudamos nessa dissertação que Jorge Luis Borges não está descredenciado ao diálgo com os realismos, uma vez crítico e ao mesmo tempo teórico de sua literatura. Para isso, contribuiu sem dúvida, uma girada de perspectiva na crítica sobre o autor, que tentou afastar-se um pouco de suas ironias e paródias sobre os realismos, e passou a preocupar-se também com traços documentais, biográficos, autobiográficos, e com interseções de sua criação crítico-literária com a política, a sociologia e a história. Essas novas leituras críticas, que investem na própria crítica do escritor, respondem de certa forma às acusações veementes imputadas pelos que se dizem combatentes à máquina céptica da pós-modernidade. Confrontamos então as comunidades críticas em Borges, dentro e fora dostextos, com a utopia realista e sublime do autor, que experimenta tanto o horror e a dor totalitários, quanto o amor romântico, em uma vasta criticatibilidade, que tenta romper e atravessar práticas epistemológicas mais rígidas.
Abstract
Estudiamos en esta disertación que Jorge Luis Borges no está descredenciado al diálogo con los realismos, una vez crítico yal mismo tiempo teórico de su literatura. Para eso, ha contribuido, sin duda, una girada de perspectiva en la crítica sobre el autor, que ha intentado alejarse un poco de sus ironías y parodias sobre los realismos, y ha pasado a preocuparse también con rasgos documentales, biográficos, autobiográfico, y con intersecciones desu creación crítico-literaria con la política, la sociología y la historia. Esas nuevas lecturas críticas, que invisten en la propia crítica del escritor, responden de cierta forma a las vehementes acusaciones imputadas pelos que se dicen combatientes ala máquina escéptica de la posmodernidad. Confrontamos entonces las comunidades críticas en Borges, dentro y fuera de los textos, con la utopía sublime y realista del autor, que experimenta tanto el horror y el dolor totalitarios, cuanto el amor romántico, en una vasta crit icabilidad, que intenta romper eatravesar prácticas epistemológicas más rígidas.
Assunto
Borges, Jorge Luis, 1899-1986 Crítica e interpretação, Política e literatura, Literatura História e crítica Teoria, etc, Literatura e história, Crítica
Palavras-chave
Jorge Luis Borges, Teoria da história, Experiência, Crítica, Realismos