A saúde materno-infantil em Minas Gerais
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Este estudo visou avaliar a eficácia das ações voltadas para a saúde materno-infantil em Minas Gerais, alinhando-se às metas globais da Agenda 2030 da ONU. O objetivo principal foi analisar a situação atual dos indicadores de saúde materno-infantil no estado. Foram identificados os grupos sociais e as regiões com piores índices e investigados os fatores que contribuíram para esses resultados. A
pesquisa analisou dados históricos de 2013 a 2023, período marcado por mudanças políticas significativas em Minas Gerais. Utilizou-se uma abordagem quantitativa, demográfica e geográfica para examinar taxas de mortalidade materna e infantil. O estudo incorporou dados sobre as taxas de mortalidade infantil e a razão de morte materna, bem como considerou os determinantes sociais,econômicos, geográficos e étnicos que impactam esses indicadores. Os resultados revelaram um aumento preocupante nas taxas de mortalidade materna e infantil, exacerbado pela pandemia de COVID-19. A Razão de Mortalidade Materna (RMM) e a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) subiram significativamente durante o período pandêmico, com o aumento mais notável na RMM. As taxas mais altas foram observadas em regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e entre grupos com menor escolaridade. Além disso, as desigualdades étnicas também desempenham um papel importante, com taxas mais altas entre crianças indígenas. O estudo sugere a
importância de fortalecer a atenção primária à saúde e de melhorar as condições socioeconômicas das populações vulneráveis para reduzir as desigualdades e melhorar os indicadores de saúde. Investimentos em infraestrutura de saúde e saneamento, bem como em programas de educação e inclusão social, são recomendados para enfrentar os desafios identificados. A coleta contínua de dados
e a colaboração com instituições acadêmicas podem melhorar a eficácia das políticas públicas e contribuir para a redução das disparidades na saúde materno-infantil em Minas Gerais.
Abstract
Assunto
COVID-19, Mortalidade Materno-Infantil, Agenda 2030, Políticas Públicas de Saúde
Palavras-chave
Administração, Política de saúde
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