Tendência da mortalidade materna por aborto no estado de Minas Gerais, 2000-2011

dc.creatorCilene de Oliveira Paixão
dc.date.accessioned2019-08-12T07:53:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:45Z
dc.date.available2019-08-12T07:53:01Z
dc.date.issued2014-06-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9R8F4A
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnfermagem do trabalho
dc.subject.otherMorte materna
dc.subject.otherSaúde reprodutiva
dc.subject.otherVulnerabilidade social
dc.subject.otherCausas de morte
dc.subject.otherAborto
dc.titleTendência da mortalidade materna por aborto no estado de Minas Gerais, 2000-2011
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Eunice Francisca Martins
local.contributor.referee1Livia de Souza Pancracio de Errico
local.contributor.referee1Torcata Amorim
local.description.resumoIntrodução:A redução da mortalidade materna é uma prioridade internacional e nacional,devido ao alto potencial de evitabilidade desses óbitos. O aborto se configura como uma importante causa de morte materna,o que justifica conhecer a sua ocorrência para o planejamento de estratégias preventivas. Objetivo:Analisar a evolução do óbito materno por aborto no estado de Minas Gerais no período de 2000 a 2011, sob o enfoque das causas múltiplas de morte. Métodos:Estudo de tendência dos óbitos maternos e específicos por aborto ocorridos no estado de Minas, no período de 2000 a 2011. A fonte dos dados foi o Sistema de Informação sobre Mortalidade. Foram estudadas as. causas básicas e múltiplas de morte de acordo com a Classificação Internacional e Estatística de Doenças -10ª versão (CID 10). Foi calculada a razão de morte materna (RMM) e a razão de morte materna específica por aborto (RMMA) para cada ano. Para avaliar a evolução das razões no período foi pelofeito o cálculo do Coeficientes de Correlação de Spearmans.. Resultados:No período ocorreram 1.265 mortes maternas no estado e dessas 160 (12,7%) foram decorrentes de aborto e a maioria (83,1%) identificada pela causa básica da morte. A razão causa múltipla / causa básica foi de 1,2. Houve variações nas RMM e a RMMA, mas sem diferenças estatisticamente significativa. Em relação às características maternas prevaleceram os óbitos de mulheres na faixa etária de 20 a 34 anos, com baixa escolaridade, solteiras e não brancas. As causa básicas mais citadas foram aborto não especificado, falha na tentativa de aborto e gravidez ectópica. O aborto enquanto causa múltipla de morte foi mais frequentemente associado às infecções, hemorragias e outras doenças da mãe. Conclusões:A estagnação da RMMA na última década no estado de Minas Gerais, bem como o perfil desses óbitos, aponta que o aborto continua sendo um problema de saúde pública, especialmente para as mulheres menos favorecidas socialmente. A abordagem do estudo sob oenfoque de causas múltiplas de morte permitiu dar maior visibilidade a esses óbitos. As ações preventivas devem ser abrangentes e incorporar os conceitos da saúde sexual e reprodutiva.
local.publisher.initialsUFMG

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