Recuperação de coagulante a partir da acidificação de resíduos gerados na Estação de Tratamento de Água do Rio Manso

dc.creatorNelson Cunha Guimaraes
dc.date.accessioned2019-08-10T17:56:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:24:41Z
dc.date.available2019-08-10T17:56:38Z
dc.date.issued2005-05-20
dc.description.abstractThe majority of Water Treatment Plants (WTP) that operates in Brazil are conventional and produce residuals like settling tank sludge and filter wash-water. These residuals are generally discharged into a nearby natural water course without any kind of treatment. The investigationof alternatives to treat and dispose these residuals is a challenge due to the high costs involved in this process as well as the environmental impacts that come from improper practice. The coagulant recovery is an interesting alternative to treat residuals because 50 to 75% of sludges solids are iron and alum hydroxides that have elevated solubilities with acids. This work intends to study the feasibility of coagulant recovery process produced by acidification of Rio Manso WTP residuals, located near Belo Horizonte, MG. Laboratory solubility tests were done with residuals to recover alum and ferric chloride. The volume reduction of sludge was evaluated and jar tests with recovered coagulant were done.About 40% of sludge volume was reduced in alum and iron residuals. The recovered coagulants were similar to commercial coagulants to remove color and turbidity. The water treated with recovered aluminum sulfate didnt show increased metals concentration In Rio Manso taking pH, rotation, time of mixture and time of sedimentation estabilished todevelopment of this work as well as the afterward used of it in the recovered coagulant water treatment you get to conclusion that with alum recuperation its possible to reduce the costs with commercials coagulants up to 25%. The cost of ferric chlorine recovery are high anddidnt show economy.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ENGD-6L8Q26
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstações de tratamento
dc.subjectÁgua Purificação Coagulação
dc.subjectAgua Controle de qualidade
dc.subjectEngenharia sanitária
dc.subject.othermeio ambiente e recursos hídricos
dc.subject.otherSaneamento
dc.titleRecuperação de coagulante a partir da acidificação de resíduos gerados na Estação de Tratamento de Água do Rio Manso
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Valter Lucio de Padua
local.contributor.referee1Monica Maria Diniz Leao
local.contributor.referee1Elizabeth Regina Halfeld da Costa
local.contributor.referee1Sidney Seckler Ferreira Filho
local.description.resumoNo Brasil, a maioria das estações de tratamento de água (ETA) em operação são do tipo convencional (ciclo completo), que geram resíduos, como o descarte de lodos de decantadores e água de lavagens de filtros. Estes resíduos são, geralmente, lançados em cursos de água sem qualquer tipo de tratamento. A busca de alternativas para tratamento e disposição desses resíduos é um grande desafio, vistos os altos custos envolvidos no processo e os impactosambientais decorrentes de práticas inadequadas. Uma das técnicas de tratamento de resíduos é a recuperação de coagulantes utilizados no tratamento de água, uma vez que cerca de 50 a 75% dos sólidos presentes nos lodos de ETA são hidróxidos metálicos que possuem boa solubilidade em meios ácidos. Este trabalho pretendeu avaliar a viabilidade técnica do processo de recuperação de coagulantes gerados após acidificação de resíduos da Estação de Tratamento do Rio Manso,localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Foram realizados ensaios de solubilização em laboratório com lodos adensados na ETA para recuperação de sulfato de alumínio e para recuperação de cloreto férrico. A redução do volume de lodo foi avaliada. O coagulante recuperado foi testado em ensaios de jarteste para tratamento da água afluente à ETA. Foi obtida redução do volume de lodo em torno de 40%, tanto na recuperação de sulfato de alumínio, quanto na recuperação de cloreto férrico. Os coagulantes recuperados possibilitaram eficiência semelhantes aos produtos comerciais na remoção de cor aparente e turbidez. A água tratada com sulfato de alumínio recuperado não apresentou elevação na concentração de metais. No Sistema Rio Manso, nas condições de pH, rotação, tempo de mistura e tempo desedimentação estabelecidas no trabalho e posterior aplicação no tratamento de água do coagulante recuperado, a recuperação de sulfato de alumínio pode reduzir os gastos com o coagulante comercial em até 25 %. A recuperação de cloreto férrico apresentou alto custo, não gerando economia.
local.publisher.initialsUFMG

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