A família e o portador de transtorno mental: estabelecendo um vínculo para a reinserção á sociedade

dc.creatorLiana Sousa Vasconcelos Goncalves
dc.date.accessioned2019-08-12T18:00:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:03Z
dc.date.available2019-08-12T18:00:15Z
dc.date.issued2010-10-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9CXH34
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subject.otherPortador de transtorno mental
dc.subject.otherReinserção à sociedade
dc.subject.otherFamília
dc.titleA família e o portador de transtorno mental: estabelecendo um vínculo para a reinserção á sociedade
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Eulita Maria Barcelos
local.description.resumoTrata-se de um estudo de revisão narrativa cujo objetivo foi analisar na literatura nacional a produção científica sobre a participação dos familiares na reinserção social do portador de transtorno mental. Realizou-se um estudo bibliográfico de publicações em periódicos, dissertações e teses, no período de 1999 a 2009. A identificação das fontes foi realizada por meio dos sistemas informatizados de busca Literatura Latino Americano de Ciências da Saúde (LILACS) e o Banco de Dados Bibliográficos do Scielo. A amostra foi, portanto, constituída de 28 publicações e identificadas em categorias: a construção da rede de apoio às famílias; as dificuldades do familiar com o doente; a participação da Estratégia Saúde da Família. A maioria dos trabalhos nos mostra que, é no seio familiar que o portador de transtorno mental fortalece o vínculo para viabilizar seu processo de reabilitação e ressocialização à sociedade. Porém a convivência com o portador de transtorno mental implica em sobrecarga caracterizada por dificuldades como: problemas no relacionamento com o familiar, estresse por conviverem com o humor instável e a dependência do portador de transtorno mental, bem como o medo das recaídas e do comportamento deste no período das crises. Cabe aos profissionais de saúde da rede servir de suporte, para acompanhar e preparar a família a conviver e inserir o paciente no convívio social. A família é mais do que uma aliada, ela deve ser encarada como foco de intervenção, para que seus anseios sejam acolhidos e sua sobrecarga minimizada. Acredita-se que o número de publicações seja pequeno diante da importância do problema, mostrando a necessidade de novas pesquisas.
local.publisher.initialsUFMG

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