Conteúdo não conceitual e a idealidade transcendental do espaço e do tempo

dc.creatorMaria Carolina Mendonça de Resende
dc.date.accessioned2022-08-22T18:15:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:08Z
dc.date.available2022-08-22T18:15:05Z
dc.date.issued2019-02-12
dc.description.abstractThe debate on Kantian nonconceptualism has gained prominence in contemporary Kantian philosophy research since the publication of Robert Hanna’s paper, in 2005, “Kant and nonconceptual content”. Since then, much has been discussed about this new reading of the doctrine of transcendental idealism and his attempts to reconcile the Kantian epistemic doctrine with the nonconceptualist arguments of analytic philosophy. We want to show how the pure intuition of space, as a pure form of sensibility, introduces a spatial-egocentric structure in the perceptual experience that does not require the function of the synthesis governed by concepts, performed by the faculty of understanding, and allows to structure a kind of content that has a non-conceptual nature. To achieve this goal, this dissertation was divided into three chapters. In the first, we discuss the development of the doctrine of the transcendental idealism of space and time that culminates in the thesis of the pure non-conceptual forms of sensibility. In the second chapter, we take a look at the debate between conceptualists and nonconceptualists in contemporary philosophy. More specifically, we address the problems that govern the standard conceptual position, mainly supported by John McDowell, and the nonconceptualist responses, developed from Gareth Evans’s position, with special focus on the theory of egocentric space. Finally, in the third chapter, we address the main problems that the nonconceptualist Kantian position must face when it proposes that the doctrine of transcendental idealism of space and time is compatible with the thesis non-conceptual content of experience.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44455
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherKant
dc.subject.otherNão conceitualismo
dc.subject.otherConceitualismo
dc.subject.otherEspaço
dc.subject.otherIdealidade transcendental
dc.titleConteúdo não conceitual e a idealidade transcendental do espaço e do tempo
dc.title.alternativeNonconceptual content and transcendental ideality of space and time
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Patrícia Maria Kauark Leite
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4317643461462410
local.contributor.referee1André Joffily Abath
local.contributor.referee1Roberto Horácio de Sá Pereira
local.contributor.referee1Ernesto Perini Frizzera da Mota Santos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0821878822309329
local.description.resumoO debate em torno do não conceitualismo kantiano ganhou notoriedade nas pesquisas em filosofia kantiana contemporânea desde a publicação do artigo de Robert Hanna, em 2005, Kant and nonconceptual content (“Kant e o conteúdo não conceitual”). Desde então, muito tem sido discutido sobre essa nova leitura da doutrina do idealismo transcendental que busca compatibilizá-la com os argumentos não conceitualistas da filosofia analítica. Procuramos mostrar de que forma a intuição pura do espaço, enquanto forma a priori da sensibilidade,introduz uma estrutura espacial-egocêntrica na experiência perceptiva, que não requere a função da síntese governada por conceitos, própria da faculdade do entendimento, e que permite estruturar um tipo de conteúdo cuja natureza é não conceitual. Para atingir tal objetivo, esta dissertação foi dividida em três capítulos. No primeiro, abordamos o desenvolvimento da doutrina da idealidade transcendental do espaço e do tempo que culmina na tese das formas puras não conceituais da sensibilidade. No segundo capítulo, fazemos um apanhado do debate entre conceitualistas e não conceitualistas na contemporaneidade. Mais especificamente, abordamos os problemas que regem a posição conceitualista padrão, pautada principalmente por John McDowell, e as respostas não conceitualistas que se desenvolveram a partir da posição de Gareth Evans, com foco especial na teoria do espaço egocêntrico. No terceiro capítulo, por fim, abordamos os principais problemas que a posição não conceitualista kantiana precisa enfrentar quando propõe que a doutrina da idealidade transcendental do espaço e do tempo seja compatível com a tese do conteúdo não conceitual da experiência.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1871-7790
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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