Fatores contextuais associados à autopercepção da extensão territorial da vizinhança

dc.creatorFabiano de Almeida Célio
dc.date.accessioned2020-11-25T14:12:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:39Z
dc.date.available2020-11-25T14:12:56Z
dc.date.issued2019-02-22
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34426
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde da População Urbana
dc.subjectPercepção Social
dc.subjectServiços de Saúde Suburbana
dc.subjectAutoimagem
dc.subject.otherSaúde Urbana
dc.subject.otherAmbiente Percebido
dc.subject.otherObservação Social Sistemática
dc.subject.otherVizinhança
dc.titleFatores contextuais associados à autopercepção da extensão territorial da vizinhança
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Amélia Augusta de Lima Friche
local.contributor.advisor1Waleska Teixeira Caiaffa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5554105445685933
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8165895992908395
local.description.resumoIntrodução: Muitos estudos têm investigado a relação entre saúde e vizinhança. No entanto, essas pesquisas encontram desafios em questões metodológicas, como a correta delimitação de vizinhança. Para tanto, existem duas estratégias principais: a primeira utiliza fronteiras artificiais, geralmente criadas para finalidades administrativas; a segunda considera a definição do próprio indivíduo, a vizinhança autopercebida. Objetivo: Identificar os fatores contextuais associados ao tamanho da vizinhança autopercebida. Métodos: Dados individuais e do ambiente percebido foram obtidos por meio do inquérito domiciliar “Saúde em Beagá” (2008 e 2009), e os dados objetivos do ambiente por meio de Observação Social Sistemática (OSS), realizado nos Distritos Sanitários Oeste e Barreiro de Belo Horizonte, Minas Gerais. O “Saúde em Beagá” foi um estudo de amostra probabilística por conglomerado realizado em três estágios: setor censitário, domicílio e um residente adulto. Foram entrevistados 4.048 indivíduos, que deram origem a 1.295 segmentos de ruas por meio de sorteio aleatório. O sorteio foi realizado com endereços de residência, posteriormente agrupados em 147 vizinhanças, tomando como base o setor censitário. Para verificar a associação entre percepção da extensão territorial da vizinhança e os fatores contextuais observados, foi utilizada a regressão logística ordinal multinível. As seguintes variáveis contextuais foram testadas: escalas de percepção do ambiente físico e social da vizinhança, densidade demográfica e conectividade das ruas. Em seguida, foi avaliada a influência da segregação residencial por posição socioeconômica. No segundo nível, foram testadas as variáveis obtidas pela OSS. As covariáveis individuais foram utilizadas como ajuste em ambas as análises. Resultados: Residentes que perceberam sua vizinhança mais propícia ao deslocamento a pé (OR=2,96; IC95%: 1,29-3,82) e mais violenta (OR=1,35; IC95%: 1,12- 1,62); também perceberam sua vizinhança de forma mais ampla. Considerando a OSS, apenas o subdomínio itens de trânsito para pedestres (grade, faixa, passarela) esteve associado à percepção de maior extensão territorial da vizinhança (OR=1,26; IC95%: 1,04-1,54). A segregação residencial não esteve associada à percepção da extensão territorial da vizinhança. Conclusão: Os achados do presente estudo contribuem para o melhor entendimento do conceito de vizinhança autopercebida. A identificação dos fatores contextuais associados a essa variável pode ser utilizada para apoiar a construção e operacionalização de conceitos mais robustos de vizinhança. Estudos que considerem vizinhanças mais próximas dos locais vivenciados pelos indivíduos podem fornecer evidências mais sólidas sobre os impactos da vizinhança na saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Pública

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