Home and abroad: identifications and identities in Michelle Cliff´s No telephone to heaven

dc.creatorIrene Nicacio Lacerda
dc.date.accessioned2019-08-11T17:42:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:17Z
dc.date.available2019-08-11T17:42:57Z
dc.date.issued2009-03-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7Q7LTC
dc.languageInglês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRacismo Jamaica
dc.subjectMulheres na literatura
dc.subjectEscravidão na literatura
dc.subjectCliff, Michelle No telephone to heaven Crítica e interpretação
dc.subjectIdentidade social na literatura
dc.subjectFicção autobiografica jamaicana
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otheridentity
dc.subject.otherhome
dc.subject.othergênero
dc.titleHome and abroad: identifications and identities in Michelle Cliff´s No telephone to heaven
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sandra Regina Goulart Almeida
local.contributor.referee1Eliana Lourenco de Lima Reis
local.contributor.referee1Antonio DwayneTillis
local.description.resumoO presente trabalho analisa o romance No Telephone to Heaven de Michelle Cliff com o objetivo de investigar como a personagem principal, Clare Savage, desenvolve paulatinamente uma aguda percepção de sua múltipla personalidade. Esse processo de autoconhecimento experimentado por Clare a conduz de volta a sua terra natal, Jamaica. Conseqüentemente, esta decisão também a leva a se identificar com o legado Africano de sua mãe. Na tentativa de reconstruir as noções da personagem principal sobre o sentido do vocábulo lar e como essas noções estão interligadas com a descoberta da sua trajetória pessoal e familiar, Cliff emprega dados históricos para reconstruir essa narrativa ficcional. Para melhor compreender a problemática da interpretação da expressão lar e a construção da identidade da Clare, discuto partes do romance Abeng. Com o intuito de dar suporte à minha discussão, faço referências a algumas personagens femininas como Kitty, senhora Mattie, e o travesti Harry/Harriet. No romance, cuja narrativa não segue uma ordem cronológica, Cliff tenta construir uma literatura de resistência contra o regime imperial que governa a Jamaica (Moynagh 114). Cliff também realça as injustiças do comércio de escravos e o subseqüente legado de agonia e sofrimento deixado em uma Jamaica anteriormente colonizada. Através de questões relacionadas à raça, etnia, gênero e confrontos políticos, a autora dá voz a grupos historicamente marginalizados nesse país. Dessa forma, Cliff cria uma narrativa na qual destaca a necessidade de revisar e revisitar a história através de múltiplas perspectivas e interpretações.
local.publisher.initialsUFMG

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