Distopia, desumanização, desterritorialização e dessubjetivação na pentalogia O reino, de Gonçalo Manuel Tavares

dc.creatorRodrigo Medeiros Campos
dc.date.accessioned2024-08-27T12:12:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:02:18Z
dc.date.available2024-08-27T12:12:17Z
dc.date.issued2024-07-09
dc.description.abstractThis thesis is the result of an investigation into the dystopian universe built by contemporary Portuguese author Gonçalo Manuel Tavares in O reino – a pentalogy made up of the following titles: Um homem: Klaus Klump (2003), A máquina de Joseph Walser (2004), Jerusalém (2004), Aprender a rezar na era da técnica (2007) and O osso do meio (2020) – based on the realization of the loss of subjectivity and the dehumanisation of its characters, as well as their consequent deterritorialisation. Based on a theoretical framework marked by thinkers such as Hannah Arendt, Martin Heidegger, Giorgio Agamben, Michel Foucault, Gilles Deleuze, Félix Guattari, Walter Benjamin and researchers such as Márcio Seligmann-Silva, among others, issues such as the loss of individuality – the starting point for defining the identity of the various characters spread over the five volumes of O reino – the hypervalorisation of technique, the automation of production processes, the panoptic surveillance performed by the State and (or) organisations, the use of biopower and the various operations to dominate and subjugate the bodies, as well as the mechanisation of man and his relationships with the world around him, in a movement of dehumanisation and alienation of the subjects. To this end, an overview of the author's work as a whole has been presented in order to then analyse the pentalogy O reino from a theoretical standpoint that made it possible to promote the critical interrelationships between Gonçalo Tavares' poetics and the dystopian literary tradition.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/75123
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectTavares, Gonçalo M., 1970- – Reino – Crítica e interpretação
dc.subjectFicção portuguesa – História e crítica
dc.subjectDistopias na literatura
dc.subjectIdentidade (Conceito filosófico) na literatura
dc.subjectSubjetividade na literatura
dc.subjectNegação (Psicologia) na literatura –
dc.subject.otherDistopia
dc.subject.otherDesumanização
dc.subject.otherDesterritorialização
dc.subject.otherDessubjetivação
dc.titleDistopia, desumanização, desterritorialização e dessubjetivação na pentalogia O reino, de Gonçalo Manuel Tavares
dc.title.alternativeDystopia, dehumanisation, deterritorialisation and desubjectivisation in Gonçalo Manuel Tavares' pentalogy O reino
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Silvana Maria Pessôa de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1166879284064150
local.contributor.referee1Lyslei de Souza Nascimento
local.contributor.referee1Roberta Guimarães Franco Faria de Assis
local.contributor.referee1Elaine Amélia Martins
local.contributor.referee1Erick Gontijo Costa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6582309132774300
local.description.resumoEsta tese é o resultado de uma investigação acerca do universo distópico construído pelo autor português contemporâneo Gonçalo Manuel Tavares em O reino – pentalogia composta pelos seguintes títulos: Um homem: Klaus Klump (2003), A máquina de Joseph Walser (2004), Jerusalém (2004), Aprender a rezar na era da técnica (2007) e O osso do meio (2020) – a partir da constatação da perda da subjetividade e da desumanização de seus personagens, bem como sua consequente desterritorialização. Partindo de um referencial teórico marcado por pensadores como Hannah Arendt, Martin Heidegger, Giorgio Agamben, Michel Foucault, Gilles Deleuze, Félix Guattari, Walter Benjamin e por estudiosos como Márcio Seligmann-Silva, entre outros, foram tratadas questões como a perda da individualidade – ponto de partida para a definição da identidade dos diversos personagens distribuídos ao longo dos cinco volumes de O reino – a hipervalorização da técnica, a automatização dos processos produtivos, a vigilância panóptica exercida pelo Estado e (ou) pelas organizações, a utilização do biopoder e das diversas operações de domínio e subjugo dos corpos, bem como a mecanização do homem e de suas relações com o mundo ao redor, em um movimento de desumanização e alienação dos sujeitos. Para tanto, foi apresentado inicialmente um panorama do conjunto da obra do autor para, em seguida, analisar a pentalogia O reino a partir de suporte teórico que possibilitasse promover as inter-relações críticas entre a poética de Gonçalo Tavares e a tradição literária distópica.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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