Desenvolvimento de sistemas de liberação prolongada de ácido rosmarínico para o tratamento de doenças oculares causadoras de neovascularização: obtenção e caracterização dos sistemas

dc.creatorLorena Carla Vieira
dc.date.accessioned2019-08-13T03:51:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:48:20Z
dc.date.available2019-08-13T03:51:43Z
dc.date.issued2011-09-16
dc.description.abstractThe treatment of diseases of the posterior segment of the eye is limited once the conventional forms of drug administration fail to provide therapeutic levels drug to the vitreous, retina and choroids. Intravitreal injections have been used to deliver drugs to the posterior segment of the eye, but it is an invasive technique and shows risk of infections, retinal detachment and poor patient compliance. The biodegradable implants are able to release drugs directly to the vitreous and to maintain long-term vitreous concentration of drugs in therapeutic range. The poly (D,Llactidecoglycolide) (PLGA) is a biodegradable synthetic polymer widely used in drug delivery systems due to its biocompatibility and absence of significant toxicity accessed by in vivo studies. In this study, an intraocular implant based PLGA and rosmarinic acid, a polyphenol with promising antiangiogenic activity have been developed and characterized by DSC, FTIR and SEM, and its long-term in vitro release profile. The results sugest that it was possible to obtain biodegradable implants for RA release through reproducible methods that provide drug in dispersed and active form in the polymer matrix. The characterization techniques showed the absence of structural changes in RA and PLGA functional groups. The instability of RA in cell culture medium, prevented the use of biological assays for in vitro cytotoxicity and activity evaluation of the drug and the systems developed. The assessment of in vivo antiangiogenic activity of RA and biodegradable systems, by the chorioallantoic membrane assay, showed satisfactory results for future application of implants in the treatment of diseases that cause retinal neovascularization.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SLRO-8PAGA2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTecnologia farmacêutica
dc.subjectTecnologia de liberação controlada
dc.subjectPolímeros na medicina
dc.subjectOftalmologia
dc.subjectFarmácia
dc.subject.otherImplantes intraoculares
dc.subject.otherSegmento posterior do olho
dc.subject.otherEnsaio da membrana corioalantóica
dc.subject.otherÁcido rosmarínico
dc.subject.otherPolímeros biodegradáveis
dc.titleDesenvolvimento de sistemas de liberação prolongada de ácido rosmarínico para o tratamento de doenças oculares causadoras de neovascularização: obtenção e caracterização dos sistemas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Armando da Silva Cunha Junior
local.contributor.referee1Edésia Martins Barros De Sousa
local.contributor.referee1Jayter Silva de Paula
local.description.resumoO tratamento de doenças que acometem o segmento posterior do bulbo do olho é limitado uma vez que as formas convencionais de administração de fármacos falham ao disponibilizar doses terapêuticas no vítreo, retina e coróide. Injeções intravítreas vêm sendo utilizadas para transportar fármacos para o segmento posterior do olho, porém, é uma técnica invasiva e apresenta riscos de infecções oculares, descolamento da retina e baixa adesão dos pacientes. Os implantes biodegradáveis são capazes de disponibilizar o fármaco diretamente na cavidade vítrea em doses terapêuticas e por um período prolongado. O ácido poli-lático-co-glicólico (PLGA) é um polímero sintético biodegradável extensamente utilizado em sistemas de liberação de fármacos devido à sua biocompatibilidade e ausência de toxicidade em testes in vivo. Neste trabalho, implantes constituídos de PLGA e ácido rosmarínico, um polifenol com promissora atividade antiangiogênica, foram desenvolvidos e caracterizados por calorimetria exploratória diferencial (DSC), espectroscopia na região do infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), além de ter sido determinado o perfil de liberação in vitro do fármaco. Os resultados obtidos mostram que foi possível obter implantes biodegradáveis para a liberação de AR por meio de métodos reprodutíveis que disponibilizam o fármaco presente de forma dispersa nas matrizes poliméricas e na sua forma biologicamente ativa. As técnicas de caracterização empregadas mostraram a ausência de modificações estruturais nos grupos funcionais do AR e do PLGA. A instabilidade do AR nos meios de cultivo celular observada, inviabilizam a utilização de ensaios biológicos in vitro para a avaliação da citotoxicidade e atividade do fármaco e dos sistemas desenvolvidos. A avaliação da atividade antiangiogênica in vivo do AR e dos sistemas biodegradáveis desenvolvidos, realizada por meio do ensaio da membrana corioalantóica, apresentou resultados satisfatórios para a futura aplicação dos implantes no tratamento de doenças causadoras da neovascularização retiniana.
local.publisher.initialsUFMG

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