Prevalência e fatores associados à autoavaliação negativa de saúde entre trabalhadores da rede municipal de saúde de Diamantina, Minas Gerais
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Prevalence of negative self-rated health and associated factors among healthcare workers in a Southeast Brazilian city
Prevalencia y factores asociados a la autoevaluación negativa de salud entre trabajadores de la red municipal de salud de Diamantina, Minas Gerais, Brasil
Prevalencia y factores asociados a la autoevaluación negativa de salud entre trabajadores de la red municipal de salud de Diamantina, Minas Gerais, Brasil
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Resumo
Objetivo: investigar a prevalência e os fatores associados à autoavaliação negativa de saúde entre trabalhadores da rede municipal de saúde de Diamantina, MG, Brasil. Métodos: estudo transversal censitário, com emprego da regressão de Poisson. Resultados: participaram 203 trabalhadores, 70,9% do sexo feminino e 57,1% com até 38 anos de idade; a prevalência de autoavaliação negativa de saúde foi de 28,6% (IC95% 22,4%;34,8%); na análise múltipla, associaram-se ao desfecho a idade ≥39 anos (RP=1,56 – IC95%1,01;2,40), renda familiar mensal >3 salários mínimos (RP=0,63 – IC95%0,41;0,97), exercer outra atividade remunerada (RP=0,55 – IC95% 0,34;0,89), baixa qualidade do sono (RP=1,99 – IC95%1,32;2,99), diagnóstico de morbidade (RP=2,33 – IC95%1,13;4,81) ou multimorbidades (RP=2,63 – IC95%1,32;5,24), ter sofrido agressão no trabalho (RP=1,92 – IC95%1,29;2,85) e participação frequente nas atividades domésticas (RP=0,55 – IC95%0,38;0,80). Conclusão: a autoavaliação negativa da saúde teve prevalência elevada e associou-se a fatores sociodemográficos, ocupacionais, comportamentais e de situação de saúde.
Abstract
Objective: to investigate the prevalence of negative self-rated health and associated factors among municipal health service workers in Diamantina, MG, Brazil. Methods: this was a cross-sectional census study using Poisson regression. Results: 203 health workers took part in the study, 70.9% were female, and 57.1% were up to 38 years old; prevalence of negative self-rated health was 28.6% (95%CI 22.4;34.8); in the multivariate analysis, the following were associated with the outcome: being 39 years old or more (PR=1.56 – 95%CI 1.01;2.40), monthly family income >3 minimum wages (PR=0.63 – 95%CI 0.41;0.97), having another paid occupation (PR=0.55 –
95%CI 0.34;0.89), poor sleep quality (PR=1.99 – 95%CI 1.32;2.99), diagnosis of one disease (PR=2.33 – 95%CI 1.13;4.81) or multiple diseases (PR=2.63 – 95%CI 1.32;5.24), suffering aggression at work (PR=1.92 – 95%CI 1.29;2.85), and frequent participation in domestic activities (PR=0.55 – 95%CI 0.38;0.80). Conclusion: prevalence of negative self-rated health was high and was associated with sociodemographic, occupational, behavioral and health situation factors.
Assunto
Autoavaliação - Testes, Saúde e trabalho, Pessoal da área de saúde pública, Estudos transversais
Palavras-chave
Autoavaliação diagnóstica, Pessoal de saúde, Saúde do trabalhador, Prevalência, Estudos transversais
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http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742020000200019