Controle da coccidiose bovina através da administração contínua de anticoccídicos na ração e no sal mineral

dc.creatorMonica Maria Oliveira Pinho
dc.date.accessioned2019-08-10T21:43:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:05:32Z
dc.date.available2019-08-10T21:43:10Z
dc.date.issued1988-06-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QZKG2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBovino Doenças
dc.subjectCoccidiose Controle
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleControle da coccidiose bovina através da administração contínua de anticoccídicos na ração e no sal mineral
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Divino Lima
local.contributor.referee1Romario Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Lygia Maria Carvalho de Souza Lima
local.contributor.referee1Maria Jose Campagnole dos Santos
local.description.resumoO controle de coccidiose bovina foi avaliado em bezerros criados de forma extensiva e intensiva, através da administração continua de anticoccídicos no sal mineral e na ração, respectivamente. No regime de criação extensiva, sessenta e » seis bezerros naturalmente infectados por Eimaria (46 Nelore e 20 1/2 sangue Nelore x Marchiggiani), de ambos os sexos, foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos com 33 animais cada e mantidos em piquetes distintos. O grupo I recebeu amprólio (AmprolsolR) no sal mineral durante 90 dias e o grupo II permaneceu como controle, não medicado. As pesagens e as colheitas de fezes foram feitas a cada 28 dias, desde o nascimento até a desmama. O nível de infecção foi avaliado através da contagem de oocistos por grama de fezes. Após esporulação dos oocistos é foi feita identificação das espécies de Eimeria. O número médio de oocistos foi maior em animais com 10 semanas de idade no grupo controle e observou-se diferença estatisticamente significativa (P < 0,05) entre os grupos I e II. As espécies identificadas foram Eimeria ellipsoidalis, E. auburnensis, E. bovis, E. cylindrica, E. zuernii, E. bukidnonensis, E. canadensís e E. subspheria. Eimeria bovis (considerada a espécie mais patogênica para bezerros), foi mais prevalente no grupo controle e, no mês de abril, observou-se diferença estatisticamente significativa entre as contagens de oocistos obtidas para o grupo I e II (P < 0,05). Embora não tenha sido detectada diferença estatisticamente significativa (P > 0,05) entre peso dos dois grupos durante o experimento o grupo I apresentou um maior ganho de peso (0,340 kg/dia) em relação ao grupo II (0,310 kg/ dia). No regime de criação intensiva, vinte e quatro bezerros naturalmente infectados (3/4 Holandês x Zebu), de ambos os sexos, foram distribuídos aleatoriamente em 3 grupos com 8 animais cada. O grupo I recebeu ração contendo lasalocida (AvatecR) na dosagem de 3,0 mg/kg de p.v. durante 90 dias. O grupo II recebeu ração contendo amprólio (AmprolsolR) na dosagem de 5,0 mg/kg de p.v. durante 90 dias e o grupo III recebeu ração não medicada (controle). As pesagens e a colheita de fezes foram feitas a cada 14 dias desde o nascimento até a desmama. O nível de infecção foi avaliado através da contagem de oocistos por, grama de fezes. Após esporulação dos oocistos foi feita a identificação das espécies de Eimeria. As espécies identificadas foram Eimeria ellipsoidalis, E. bovis, E. auburnensis, E.zuernii E. subpherica, E. cylindrica e Eimeria sp. Não houve diferença estatisticamente significativa (P > 0,05) entre o nível de infecção dos grupos I, II e III. Observou­se diferença significativa estatisticamente (P < 0,05) entre o peso dos grupos I (0,417 kg/dia), II (0,561 kg/dia) e III (0,317 kg/dia), durante o período do experimento
local.publisher.initialsUFMG

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