O mal estar na epistemologia: (A teoria da Ciência na obra de Gaston Bachelard

dc.creatorRicardo Valerio Fenati
dc.date.accessioned2019-08-10T22:41:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:41Z
dc.date.available2019-08-10T22:41:05Z
dc.date.issued1989-08-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9NELGD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEpistemologia
dc.subjectFilosofia francesa Séc XX
dc.subjectBachelard, Gaston, 1884-1962
dc.subjectFilosofia
dc.subjectFilosofia moderna Séc XX
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleO mal estar na epistemologia: (A teoria da Ciência na obra de Gaston Bachelard
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Antonio Cota Marcal
local.contributor.referee1H.f. Japyassu
local.contributor.referee1Walter Jose Evangelista
local.description.resumoDa apresentação de uma dissertação esperam-se elementos esquemáticos e convincentes que convidem à entrada no texto e a estimulem. Ou então, e é o que acontece na maior parte das vezes, à introdução pede-se que dispense o possível leitor do esforço de ler inúmeras páginas, forncendo-lhe, entretanto, a impressão de tê-las percorrido. Este ritual está de tal modo assentado que devemos nos perguntar se é possível desviarmo-nos dele. Apesar disso, o nosso desejo, quando escrevemos, é reter o leitor por mais tempo e convencê-lo da importância e da originalidade da nossa abordagem do problema, ainda que estas características, importância e originalidade, possam provir muitas vezes de uma ilusão gerada pelo esforço dispendido na preparação do trabalho. Mas é claro que algumas vezes a leitura compensa.
local.publisher.initialsUFMG

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