Efeito do tratamento com atorvastatina na pneumonia experimental induzida por Klebsiella pneumoniae em camundongos

dc.creatorTalles Prosperi de Paula
dc.date.accessioned2021-03-30T17:27:08Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:21:46Z
dc.date.available2021-03-30T17:27:08Z
dc.date.issued2013-04-14
dc.description.abstractThe clinical pathogen Klebsiella pneumonia has still been involved in many nosocomial infections and resistance to the present carbapenic antibiotic treatments. Statins are inhibitors of 3-hydroxy 3-methylglutaryl coenzyme A (HMG-CoA) well known for controlling plasmatic cholesterol levels and cardiovascular diseases. Some clinical evidences describe pleiotropic effects of some statins including therapeutic effects on the control of lung inflammation. Here, previous treatment with atorvastatin has shown to decrease cell influx of neutrophils and macrophages to the lungs and also pro-inflammatory cytokines levels in the initial phase of infection with K. pneumoniae in C57/BL6 mice. However, atorvastatin did not modify the number of bacteria in the lungs or in the blood, but decreased locally inflammatory responses. Treatment also increased phagocytosis of opsonized bacterium in the neutrophils present in bronchoalveoar space in vivo and macrophages in vitro. We also intriguingly demonstrated that atorvastatin did not alter ROS production by that phagocytic macrophages. Furthermore, mice post-treated with the combination of imipenem and atorvastatin had an important reduction in mortality compared to mice treated with vehicles, atorvastatin or imipenem alone. The present work hypothesized that pre- and conventional treatment with atorvastatin could be an adjuvant on the treatment of CAPS, capable of increasing survival and controlling initial inflammatory responses. Here, we suggest a screening of patients previously or regularly treated with this statin, in case of Gram negative pneumonia and when submitted to imipenem treatment.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35513
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectKlebsiella pneumoniae
dc.subjectInflamação
dc.subjectAtorvastatina
dc.subjectImipenem
dc.subjectPneumonia
dc.subject.otherKlebsiella pneumoniae
dc.subject.otherResposta inflamatória
dc.subject.otherAtorvastatina
dc.subject.otherImipenem
dc.subject.otherPneumonia
dc.titleEfeito do tratamento com atorvastatina na pneumonia experimental induzida por Klebsiella pneumoniae em camundongos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Danielle da Glória de Souza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5063576712856234
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3268072304768262
local.description.resumoA pneumonia bacteriana aguda é uma das principais preocupações de saúde pública atual e também uma das maiores causas de infecções nosocomiais no mundo inteiro. Neste contexto, vale ressaltar inúmeros relatos clínicos atuais no Brasil e no mundo acerca de linhagens bacterianas multirresistentes a antimicrobianos de última geração, disseminadas nos ambientes hospitalares. Alguns destes representantes bacterianos Gram negativo, altamente resistentes, incluem algumas amostras de Klebsiella pneumoniae. A busca por métodos alternativos, associados à terapia antimicrobiana, capazes de controlar o processo inflamatório inicial da doença e induzir melhora, pode representar ferramenta útil para auxílio no estudo da patogênese da pneumonia. Evidências clínicas e epidemiológicas tentam correlacionar regressão na mortalidade causada por infecções pulmonares bacterianas e virais em pacientes submetidos previamente à terapia com estatinas. As estatinas são fármacos utilizados no controle da dislipidemia, amplamente prescritos para a diminuição do colesterol plasmático. Seu uso demonstra declínio significativo de doenças cardiovasculares, sendo que, muitos estudos paralelos atuais também as correlacionam à proteção durante a incidência de algumas doenças respiratórias e auto-imunes. O objetivo do nosso trabalho foi avaliar os efeitos associados ao tratamento com atorvastatina antes e durante a infecção pulmonar experimental em camundongos por Klebsiella pneumoniae. O tratamento com atorvastatina mostrou diminuir o influxo de macrófagos e neutrófilos nos pulmões e também a produção de citocinas pró-inflamatórias na fase inicial da infecção em camundongos C57/BL/6. No entanto, não alterou o número de bactérias recuperadas nos pulmões ou no sangue. O pré- tratamento aumentou a fagocitose de bactérias contidas nos neutrófilos presentes no espaço broncoalveolar in vivo e de macrófagos in vitro. Também demonstramos que a atorvastatina não alterou a produção de ROS em macrófagos fagocíticos. Além disso, os camundongos pós-tratados com a combinação de atorvastatina e imipenem tiveram uma importante redução na mortalidade, em comparação aos camundongos tratados com veículos, atorvastatina ou imipenem de maneira isolada. A hipótese levantada em nosso trabalho é de que o tratamento com atorvastatina poderia auxiliar na antibioticoterapia, controlando respostas inflamatórias iniciais na pneumonia bacteriana experimental, propiciando aumento da sobrevivência.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia

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