A incidência de lesões em tenistas profissionais durante torneios oficiais: uma revisão narrativa

dc.creatorVitor Henrique Soares Romão da Silva
dc.date.accessioned2026-04-24T11:53:32Z
dc.date.issued2025-12-05
dc.description.abstractIntroduction: Professional tennis, a high-demand sport played on various surfaces, predisposes athletes to injuries. The injury pattern is characterized by acute injuries in the lower extremities and chronic overuse injuries in the upper extremities and trunk.Objective: The objective is to analyze the most incident injuries among professionals during official competitions, focusing on the relationship with tournament characteristics to develop preventive strategies.Methodology: This is a narrative literature review of 9 articles that analyzed adult professional tennis players with injuries or withdrawals during valid competitive matches. The search was conducted in databases such as PubMed, EMBASE, Scielo and LILACS. Results: Injury incidence varies widely, from 20,7 per 1000 sets played (Wimbledon) to 48,1 per 1000 MEs (US Open). Musculotendinous injuries are the most common. A history of previous injury is the most significant predictor. Risk patterns vary based on: the location of injuries, with acute injuries being more incident in the lower limbs and chronic injuries in the trunk and upper limbs; gender and tournament level, with men and lower-tier tournaments having a higher likelihood of injuries and withdrawals; and the court surface, with hard and clay courts posing a higher risk of withdrawal.Conclusion: Tennis exhibits a predictable pattern of acute injuries in the lower extremities and chronic injuries in the trunk/upper extremities. The incidence of withdrawals is on the rise. Previous injury history is the main risk factor, reinforcing the need for standardization in data collection and the development of preventive programs focused on trunk stabilization and lower limb load management.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2544
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectTenis (Jogo)
dc.subjectTenistas - Ferimentos e lesões
dc.subjectFisioterapia esportiva
dc.subject.otherTênis
dc.subject.otherLesões
dc.subject.otherIncidência
dc.subject.otherAtletas
dc.subject.otherCompetições
dc.titleA incidência de lesões em tenistas profissionais durante torneios oficiais: uma revisão narrativa
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Jefferson Martins de Brito
local.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/7780341348792942
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/8919816192983947
local.description.resumoIntrodução: O tênis profissional, um esporte de alta demanda jogado em superfícies variadas, predispõe os atletas a lesões. O padrão lesional é de lesões agudas nos membros inferiores e crônicas por sobrecarga nos membros superiores e tronco. Objetivo: O objetivo é analisar as lesões mais incidentes em profissionais durante competições oficiais, focando na relação com as características dos torneios para desenvolver estratégias preventivas. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura narrativa de 9 artigos que analisaram tenistas profissionais adultos com lesões ou retiradas em partidas competitivas válidas. A busca foi realizada nas bases de dados:PubMed, EMBASE, Scielo e LILACS. Resultados: A incidência de lesões varia amplamente, de 20,7 por 1000 sets jogados (Wimbledon) a 48,1 por 1000 MEs (US Open). As lesões musculotendíneas são as mais comuns. O histórico de lesão anterior é o preditor mais significativo. Os padrões de risco variam entre localização das lesões sendo as lesões agudas mais incidentes nos membros inferiores e as lesões crônicas mais incidentes no tronco e nos membros superiores, o gênero e o nível dos torneios sendo os homens e os torneios inferiores com maiores chances de lesões e retiradas e a superfície da quadra com as quadras duras e as de saibro com maior risco de abandono.Conclusão: O tênis apresenta um padrão previsível de lesões agudas em membros inferiores e crônicas em tronco/membros superiores. A incidência de abandonos está em alta. O histórico de lesão é o principal fator de risco, reforçando a necessidade de padronização na coleta de dados e desenvolvimento de programas preventivos focados na estabilização do tronco e gestão da carga dos membros inferiores.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0006-5585-6326
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL

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