Um poema ecfrástico: análise de "Três mulheres e um céu de Delft", de Daniel Jonas

dc.creatorSilvana Maria Pessôa de Oliveira
dc.date.accessioned2023-12-28T14:02:49Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:25Z
dc.date.available2023-12-28T14:02:49Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractEl objetivo de este trabajo es la lectura del poema “Três mulheres e um céu de Delft”, que forma parte del libro Os fantasmas inquilinos, publicado por Daniel Jonas, poeta português, em 2005. Para ello, el principal operador conceptual es la écfrase, que en la Modernidad se ve menos em su dimensión de recurso retórico que como un principio poético destinado a establecer articulaciones productivas y complejas entre las artes literarias y las artes plásticas. Se cortan especialmente tres largos pasajes del poema para analizar, en ellos, la presencia de la obra de tres íconos expresivos de la historia de la pintura en Occidente: el renacentista Nicholas Poussin, el romântico Dante Gabriel Rossetti y el holandés Joahannes Vermeer.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2020v24n52p75-90
dc.identifier.issn2358-3428
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62204
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofScripta
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia portuguesa
dc.subjectJonas, Daniel, 1973- - Crítica e interpretação
dc.subject.otherPoesia Portuguesa Moderna e Contemporânea
dc.subject.otherDaniel Jonas
dc.subject.otherÉcfrase
dc.titleUm poema ecfrástico: análise de "Três mulheres e um céu de Delft", de Daniel Jonas
dc.title.alternativeUn poema ecfrástico: análisis de “Três mulheres e um céu de Delft”, de Daniel Jonas
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage90
local.citation.issue52
local.citation.spage75
local.citation.volume24
local.description.resumoNeste trabalho intenta-se fazer uma leitura do poema "Três mulheres e um céu de Delft', que integra o livro Os fantasmas inquilinos, publicado por Daniel Jonas, poeta português, em 2005. Para tanto, utiliza-se como principal operador conceitual a écfrase, que na Modernidade é vista menos na sua dimensão de recurso retórico do que como princípio poético destinado a estabelecer produtivas e complexas articulações entre as artes literárias e as artes plásticas.Três longas passagens do poema são especialmente recortadas para que se analise, nelas, a presença da obra de três expressivos ícones da história da pintura no Ocidente: o renascentista Nicholas Possin, o romântico Dante Gabriel Rossetii e o holandês Johannes Vermeer.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4560-5199
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/24496

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