Índice de queda de blocos e caracterização geológica-geotécnica em taludes rodoviários: um estudo de caso na BR-262

dc.creatorAllan Erlikhman Medeiros Santos
dc.creatorDenise de Fátima Santos da Silva
dc.creatorGuilherme Alzamora Mendonça
dc.creatorThayna Valeriano Santos
dc.creatorRafaella Resende Amaral
dc.creatorLaura Adriele Moura Silva
dc.date.accessioned2022-05-06T22:31:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:04Z
dc.date.available2022-05-06T22:31:34Z
dc.date.issued2020
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.33448/rsd-v9i12.10968
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41450
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, society and development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQueda de blocos
dc.subjectAnálise de perigo
dc.subjectCaracterização geológico-geotécnica
dc.subjectBR-262
dc.titleÍndice de queda de blocos e caracterização geológica-geotécnica em taludes rodoviários: um estudo de caso na BR-262
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue12
local.citation.volume9
local.description.resumoA avaliação geológico-geotécnica de taludes rodoviários são de extrema importância para a segurança da via, pois a partir destes estudos é possível elaborar programas de prevenção e de alerta e a implantação de obras para redução dos danos nestes empreendimentos. Assim, este trabalho teve como objetivo a caracterização geológico-geotécnica e avaliação do perigo à queda de blocos dos taludes localizados às margens da rodovia BR-262, entre as cidades de Betim e Nova Serrana, em Minas Gerais. Em relação a classificação dos maciços foram aplicados os sistemas RMR, Sistema-Q e GSI. Posteriormente, foram realizadas, análise cinemática, análise de estabilidade e por fim taludes foram hierarquizados conforme o perigo à queda de blocos. Em nenhum dos taludes o RMR foi inferior à regular. Os resultados das demais classificações foram concordantes com o RMR. Os fatores de segurança indicaram que os taludes estão estáveis. O talude com maior grau de perigo foi o Talude P4 -A e o de menor perigo foi o Talude PM1.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - INSTITUTO DE GEOCIENCIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/10968/9742

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