Lugar e convívio como prática espacial e tessitura cênica: as performances urbanas do Coletivo Contraponto (MG)

dc.creatorLuiz Carlos de Almeida Garrocho
dc.date.accessioned2019-08-11T18:31:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:56Z
dc.date.available2019-08-11T18:31:05Z
dc.date.issued2015-08-20
dc.description.abstractThis thesis deals with the overlapping of the place and coexistence, taken as spatial practices, in that they participate in the engendering of the scenic texture, with urban performances of the Coletivo Contraponto MG as object of study. Two fields were then investigated in imbricated form while feeding each other: the theoretical practice and the artistic practice. The first focuses on four main themes. We start by drawing a possible genealogy of artistic practices that are done as spatial practices, focusing on site-specific art. Then we try to outline the tensioning factors of site-specific scenes in which place and coexistence, of any scenes material condition, become scenic texture. The third deals with thecontingent factors of coexistence and the status of the viewer / participant. Finally, we look at the issue of spatiality, unfold in the discussion of the spaces and the actions like inscriptions in urban and coexistence as spatial practice. In the segment relative to the artistic practice, wefocus on a study in the way a performance infiltrates the city tissues, in order to raise a scene made from interstices. By establishing nomads and an open territoriality, we work with place and coexistence, using strategies of approximations and negotiations with urban textures andappearances. As compositional elements we use landscape formation, situations and duration sharing. The place shows with physical and contextual features, while the interaction is seen in practices of living, of watching/participating and of practice constituted by its own performance.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/EBAC-A4JFQE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTeatro Minas Gerais
dc.subjectSite-specific art
dc.subjectPerformance (Arte)
dc.subjectArte moderna Séc XX-XXI
dc.subjectColetivo Contraponto (Grupo Teatral)
dc.subjectArte e sociedade
dc.subjectArte pública
dc.subject.otherConvívio
dc.subject.otherPrática espacial
dc.subject.otherPerformance urbana
dc.subject.otherTessitura cênica
dc.subject.otherLugar
dc.subject.otherSite-Specific
dc.subject.otherEspaço encontrado
dc.titleLugar e convívio como prática espacial e tessitura cênica: as performances urbanas do Coletivo Contraponto (MG)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Mariana de Lima e Muniz
local.contributor.referee1Fernando Antonio Mencarelli
local.contributor.referee1Maurilio Andrade Rocha
local.contributor.referee1Elvina Maria Caetano Pereira
local.contributor.referee1Monica Medeiros Ribeiro
local.description.resumoEsta tese aborda as imbricações do lugar e do convívio, tomados como práticas espaciais, na medida em que participam do engendramento da tessitura cênica, tendo como objeto de estudo as performances urbanas do Coletivo Contraponto MG. Dois campos, então, foram investigados de forma imbricada e se alimentando mutuamente: o da prática teórica e o da prática artística. O primeiro incide sobre quatro temas principais. Começa-se por traçar uma genealogia possível das práticas artísticas que se fazem como práticas espaciais, focando na arte site-specific. Em seguida, procura-se delinear os tensores da cena site-specific, em que o lugar e o convívio, de condição material de toda e qualquer cena presencial, tornamse tessitura cênica. O terceiro aborda os fatores contingenciais do convívio e ao estatuto do espectador/participante. Por fim, dedica-se à questão da espacialidade, desdobrada na discussão sobre os espaços, as ações cotidianas e artísticas e o convívio como prática espacial. Na parte relativa à prática artística, incide sobre uma pesquisa em que a performance busca se infiltrar nos tecidos da cidade, de modo a surgir uma cena de interstícios. Através dainstauração de territorialidades nômades e abertas, trabalha-se com o lugar e o convívio, usando estratégias de aproximações e negociações com as texturas e presenças do urbano. Como elementos de composição, utiliza-se da formação de paisagens, de situações e decompartilhamentos de uma duração. O lugar aparece com os traços físicos e contextuais, enquanto o convívio é visto nas práticas do viver no lugar, do observar/participar e da prática constituída pela própria performance.
local.publisher.initialsUFMG

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