Acesso, utilização e qualidade dos serviços de saúde após um desastre: resultados do projeto saúde brumadinho

dc.creatorJames Macinko
dc.creatorJosélia o a Firmo
dc.creatorMary Anne Nascimento-souza
dc.creatorJuliana Vaz de Melo Mambrini
dc.creatorSergio William Viana Peixoto
dc.date.accessioned2024-01-25T20:50:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:28Z
dc.date.available2024-01-25T20:50:22Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720220005.supl.2.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63392
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesastre provocado pelo homem
dc.subjectServiços de saúde
dc.subjectMineração
dc.subjectEstudos de Coortes
dc.subject.otherDesastre
dc.subject.otherServiços de saúde
dc.subject.otherMineração
dc.subject.otherCoortes
dc.titleAcesso, utilização e qualidade dos serviços de saúde após um desastre: resultados do projeto saúde brumadinho
dc.title.alternativeHealthcare access, utilization, and quality after a disaster: results from the Brumadinho Health Project
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issueSupl2
local.citation.spage1
local.citation.volume25
local.description.resumoObjetivo: Em janeiro de 2019, uma barragem da mina Córrego do Feijão sofreu um rompimento catastrófico que matou 270 pessoas e causou danos extensos. Não se sabe como a exposição a tal desastre pode afetar a utilização dos serviços de saúde. Métodos: Avaliamos os dados do Projeto Saúde Brumadinho, estudo de coorte que incluiu pessoas expostas ao rompimento da barragem e dois grupos de comparação: pessoas não expostas à mineração ou ao desastre e pessoas de uma comunidade mineira, mas não expostas ao desastre. Os desfechos avaliados foram consulta médica ou hospitalização no último ano, fonte habitual de cuidados, pressão arterial e glicemia verificadas e haver recebido vacinas recomendadas, entre adultos de 18 anos ou mais. A regressão de Poisson robusta ponderada foi usada para avaliar as diferenças entre os expostos e os dois grupos de comparação, controlando por fatores de confusão. Resultados: indivíduos expostos tiveram uma razão de prevalência (RP) 15% maior de relatar uma consulta médica do que os não expostos. Para hospitalização e medidas de pressão arterial e glicemia, não houve diferença significativa entre os grupos. O grupo exposto teve RP 24% maior, e a comunidade mineira RP 143% maior de haver recebido imunizações preventivas em relação ao grupo não exposto. Conclusão: Houve diferenças na utilização dos serviços de saúde entre os indivíduos expostos ao rompimento da barragem. O monitoramento contínuo da situação é necessário, pois as consequências de um evento tão traumático podem levar um tempo considerável para se manifestar
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/pdf/rbepid/2022.v25suppl2/e220005/pt

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