Taxonomia, biogeografia e conservação dos anfíbios da Serra do Espinhaço

dc.creatorFelipe Sa Fortes Leite
dc.date.accessioned2019-08-14T10:58:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:56Z
dc.date.available2019-08-14T10:58:19Z
dc.date.issued2012-11-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-96VGWR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcologia
dc.subject.otherConsevação e Manejo da Vida Silvestre
dc.subject.otherEcologia
dc.titleTaxonomia, biogeografia e conservação dos anfíbios da Serra do Espinhaço
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Paulo Christiano de Anchietta Garcia
local.contributor.referee1Renato Neves Feio
local.contributor.referee1Bruno Vergueiro Silva Pimenta
local.contributor.referee1Marcelo F. Vasconcelos
local.contributor.referee1Leonardo Esteves Lopes
local.description.resumoOs anfíbios modernos são possivelmente o grupo existente de vertebrados terrestre mais antigo, existindo desde o Médio Permiano (± 305 - 290 m.a.; Alford et al., 2007; Marjanovic & Laurin, 2007; Pyron and Wiens, 2011). Apesar disso, apenas recentemente se atentou para sua grande diversidade de espécies, sendo este o grupo de vertebrados terrestres que teve o maior número de espécies descritas nas últimas décadas (Köhler et al., 2005). Atualmente são conhecidas cerca de 6890 espécies (AmphibiaWeb, 2012), sendo que a melhor estimativa para o número total de espécies é de 800012000 (Parra, 2005). O grupo possui um importante papel na dinâmica dos nutrientes, promovendo o fluxo de energia entre os sistemas terrestres e aquáticos (Alford et al., 2007).
local.publisher.initialsUFMG

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