O fim da cadeia de razões: Wittgenstein, crítico de Freud

dc.creatorFrederico Zeymer Feu de Carvalho
dc.date.accessioned2019-08-14T11:21:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:07:12Z
dc.date.available2019-08-14T11:21:12Z
dc.date.issued1999-04-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9P4HDY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFreud, Sigmund, 1856-1939
dc.subjectPsicanálise
dc.subjectWittgenstein, Ludwig, 1889-1951
dc.subjectFilosofia
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleO fim da cadeia de razões: Wittgenstein, crítico de Freud
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jeferson Machado Pinto
local.contributor.referee1Paulo Roberto Margutti Pinto
local.contributor.referee1Celio Garcia
local.description.resumoA crítica de Wittgenstein a Freud é explicitada partindo-se da análise de suas observações e enfocando o tema central da explicação freudiana. A diferença entre a gramática das causas e das razões é o ponto irradiador desta crítica. Ela conduz às objeção de que Freud tratou a multiplicidade dos fatos psíquicos a partir de um paradigma generalista, influenciado pelo modo de pensar da ciência. Wittgenstein se contrapõe a esta visão mostrando que, de fato, Freud opera no campo da estética. Somos assim levados à discussão da questão do assentimento, onde se decide a correção da interpretação psicanalítica. Para Wittgenstein a atratividade da explicação freudiana condiciona o assentimento a ser dado. A forma de vida marcaria o limite da atividade interpretativa. Para Freud, a interpretação desemboca na causa e isto decide o assentimento.
local.publisher.initialsUFMG

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