Extração de arsênio em lodo de esgoto através do processo de fitoextração

dc.creatorAnarelly Costa Alvarenga
dc.creatorPaulo Henrique Silveira Cardoso
dc.creatorIgor Geraldo Souza Cunha
dc.creatorPaula Wellen Barbosa Gonçalves
dc.creatorRegynaldo Arruda Sampaio
dc.date.accessioned2022-06-09T14:06:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:47:07Z
dc.date.available2022-06-09T14:06:34Z
dc.date.issued2019-10-21
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.13083/reveng.v27i6.6242
dc.identifier.issn2175-6813
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42384
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEngenharia na Agricultura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLodo de esgoto
dc.subjectArsênio
dc.subjectResíduos de arsênio
dc.subjectCapim-elefante
dc.subjectGramínea
dc.subject.otherBiossólido
dc.subject.otherPoluição ambiental
dc.subject.otheradubo orgânico
dc.titleExtração de arsênio em lodo de esgoto através do processo de fitoextração
dc.title.alternativeArsenic extraction in sewage sludge by the phytoextraction process
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage573
local.citation.issue6
local.citation.spage565
local.citation.volume27
local.description.resumoA presença de arsênio no lodo de esgoto pode limitar a utilização agrícola desse resíduo, pois esse elemento químico apresenta elevada periculosidade aos seres vivos, podendo entrar na cadeia alimentar e acumular-se ao longo dessa. Diante do exposto, a pesquisa teve como objetivo avaliar o potencial de fitoextração de As pelo capim elefante, cultivado em lodo de esgoto puro. Visando o desenvolvimento de uma tecnologia de baixa custo para retirada de As do lodo de esgoto. O experimento foi realizado em casa de vegetação do ICA/UFMG durante 150 dias, em delineamento blocos casualizados. Os tratamento corresponderam a 5 períodos do cultivo de P. purpureum em parcelas de lodo de esgoto (30; 60; 90; 120 e 150 dias a partir do plantio de estacas) e 2 testemunhas (parcelas de lodo não cultivado e plantio da gramínea em solo). O As foi detectado em concentrações de 0,41 e 0,37 mg kg-1 no lodo de esgoto e solo, respectivamente. O P. purpureum foi capaz de absorver e translocar quantidades consideráveis de As, média de 0,35 mg kg-1, variando de acordo com os períodos de cultivo. No final do período experimental, houve decréscimo de 27,03% na concentração de As no lodo quando comparado aos valores iniciais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufv.br/reveng/article/view/6242

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