Liberdade moral e liberdade pós-moral : da crítica à afirmação da agência no pensamento de Nietzsche

dc.creatorAna Teresa Campos Souza
dc.date.accessioned2022-08-01T17:03:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:13Z
dc.date.available2022-08-01T17:03:33Z
dc.date.issued2022-02-21
dc.description.abstractAlthough Nietzsche presents, in his middle and late period works, a strong critique of the traditional and moral Christian notion of freedom – that is, the notion that we are free, in a superlative sense, to choose the course of our actions – and, furthermore, understand that all events in the world (including human actions) are conditioned by a deterministic web of struggle of organic forces (namely, the perspective of the will to power) aiming to dominate one another, it is observed that the philosopher constantly employs, in his mature writings, a vocabulary that involves the word "freedom" and similar ones. In this sense, we propose to analyze how it is possible to understand the use of this vocabulary as part of a Nietzschean defense of an alternative positive conception of freedom that would be, at the same time, disconnected from the moral and traditional notion of freedom and linked to an ideal of perfection and excellence in action.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43849
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherLiberdade
dc.subject.otherVontade de poder
dc.subject.otherExcelência
dc.titleLiberdade moral e liberdade pós-moral : da crítica à afirmação da agência no pensamento de Nietzsche
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rogério Antônio Lopes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2684407226973550
local.contributor.referee1Telma de Souza Birchal
local.contributor.referee1Wander Andrade de Paula
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3612347687874990
local.description.resumoEmbora Nietzsche apresente, em sua obra do período intermediário e da maturidade, uma forte crítica à noção tradicional, moral e cristã de liberdade – isto é, à noção de que somos livres, no sentido superlativo, para escolher o curso de nossas ações – e, além disso, compreenda que todos os eventos no mundo (incluindo as ações humanas) são condicionados por uma rede determinística de luta de forças orgânicas (a saber, a perspectiva da vontade de poder) que almejam dominar umas às outras, observa-se que o filósofo emprega constantemente, em seus escritos de maturidade, um vocabulário que envolve a palavra "liberdade" e outras correlatas a ela. Nesse sentido, propomos analisar como é possível compreender o emprego desse vocabulário como a defesa de Nietzsche de uma concepção positiva alternativa de liberdade que estaria, ao mesmo tempo, desvinculada da noção moral e tradicional de liberdade e ligada a um ideal de perfeição e excelência na ação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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