O fogo não está morto: engenhos de rapadura do Cariri cearense como uma referência cultural na perspectiva das políticas públicas do último quartel do século XX

dc.creatorNaudiney de Castro Goncalves
dc.date.accessioned2019-08-13T10:30:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:22Z
dc.date.available2019-08-13T10:30:06Z
dc.date.issued2011-09-19
dc.description.abstractThis work aims to contribute some thoughts and questions about the recognition as intangible heritage, the knowledge and practices in the production of rapadura in the context of the remaining sugar cane mills from the Cariri Region(distant 575 km from Fortaleza, Ceará), detaching the work of the rapadura masters and their traditional techniques. This study addresses the permanence of the masters of the craft in the sugar mills of the region during the operation, for almost thirty years, of Usina Manoel Costa Filho, inaugurated in Barbalha in 1976, bringing the discussion of public policies developed in the last quarter of the twentieth century and their contributions to the continuity of knowledge which is reproduced in the environment of the mills from the Cariri since the first half of the eighteenth century
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VGRO-8NEG37
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenhos
dc.subjectRapadura
dc.subjectPolíticas públicas
dc.subjectHistória
dc.subjectInterpretação do patrimônio natural e cultural
dc.subjectCariri (CE) História
dc.subject.otherCariri cearense
dc.subject.otherPatrimônio imaterial
dc.subject.otherEngenhos de rapadura
dc.titleO fogo não está morto: engenhos de rapadura do Cariri cearense como uma referência cultural na perspectiva das políticas públicas do último quartel do século XX
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Newton Coelho Meneses
local.contributor.referee1Betania Goncalves Figueiredo
local.contributor.referee1Raimundo Barroso Cordeiro Junior
local.description.resumoEste trabalho tem o intuito de contribuir com algumas reflexões e questionamentos acerca do reconhecimento, como patrimônio imaterial, dos saberes e fazeres na produção da rapadura, no contexto dos engenhos de cana-de-açúcar remanescentes na região do Cariri cearense, especificamente no município de Barbalha, localizado a 575 quilômetros de Fortaleza, destacando o ofício do mestre de rapadura e suas técnicas tradicionais. O presente estudo aborda a permanência do ofício dos mestres de rapadura nos engenhos da região durante o funcionamento, por quase trinta anos, da Usina Manuel Costa Filho, inaugurada em Barbalha no ano de 1976, trazendo a discussão sobre as políticas públicas desenvolvidas no último quartel do século XX e suas contribuições para a continuidade de um saber que é reproduzido no ambiente dos engenhos do Cariri desde a primeira metade do século XVIII
local.publisher.initialsUFMG

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