A saúde bucal infantil: a percepção de profissionais da saúde, da educação e dos pais ou dos responsáveis da região metropolitana de Belo Horizonte

dc.creatorAna Paula Vieira Perdigãojardim
dc.creatorNajara Barbosa da Rocha
dc.creatorRosa Núbia Vieira de Moura
dc.creatorEfigênia Ferreira e Ferreira
dc.date.accessioned2024-07-16T15:02:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:06Z
dc.date.available2024-07-16T15:02:48Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjective: To know the perception of health professionals, of education professionals, and of parents or guardians about the oral health of children aged 0 to 5 years in a city in the metropolitan region of Belo Horizonte. Methodology: The study used a qualitative approach and as an instrument of data collection, the focus group, conducted with two groups: one with guardians and another with professionals. Content analysis was performed according to Graneheim and Lundman, using as theoretical reference the guidelines of the National Oral Health Policy for this age group. Results: Three themes common to both groups were identified: the role of the service, the family and the school in health production. The professionals perceived the service as resolutive, with a coordinated flow of consultations between prenatal care and dentistry. Those responsible for the children considered the service's action in prevention from birth, oral health education and assistance to pregnant women to be important. Those responsible for the children recognize their role from breastfeeding to oral hygiene care and habits and considered these tasks to be difficult. The professionals understand that school actions are impactful in promoting children's health. Conclusions: The participants consider that the family is responsible for the child's care, together with the school and health services, and that this care should start from conception, with the pregnant woman. These results will be important data for a proposed action in the study municipality.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.33448/rsd-v11i3.26316
dc.identifier.issn25253409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70715
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPromoção de Saúde
dc.subjectCárie Dentária
dc.subjectSaúde da Criança
dc.subjectSaúde Bucal
dc.subject.otherPromoção de Saúde
dc.subject.otherCárie Dentária
dc.subject.otherSaúde da Criança
dc.subject.otherSaúde Bucal
dc.titleA saúde bucal infantil: a percepção de profissionais da saúde, da educação e dos pais ou dos responsáveis da região metropolitana de Belo Horizonte
dc.title.alternativeThe child oral health: the perception of health and education professionals and of parents and responsible ones in the metropolitan region of Belo Horizonte
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue3
local.citation.spagee28211326316
local.citation.volume11
local.description.resumoObjetivo: Conhecer a percepção dos profissionais da saúde, da educação e dos pais ou dos responsáveis sobre a saúde bucal de crianças de 0 a 5 anos, em um município da região metropolitana de Belo Horizonte. Metodologia: O estudo utilizou uma abordagem qualitativa e como instrumento da coleta de dados, o grupo focal, realizado com dois grupos: um com os responsáveis e outro com os profissionais. A análise de conteúdo foi feita segundo Graneheim e Lundman, assumindo como referencial teórico as diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal para esse grupo etário. Resultados: Foram identificados 3 temas comuns aos dois grupos: o papel do serviço, da família e da escola na produção da saúde. Os profissionais percebem o serviço como resolutivo, com fluxo de consultas coordenado entre pré-natal e odontologia. porém acham necessária a capacitação dos professores em relação à saúde bucal. Os responsáveis pelas crianças consideraram ser importante a atuação do serviço na prevenção desde nascimento, educação em saúde bucal e assistência às gestantes. Os responsáveis pelas crianças reconhecem seu papel desde amamentação até os cuidados com higiene bucal e hábitos, e consideraram estas tarefas difíceis. Os profissionais entendem que ações escolares são impactantes na promoção de saúde das crianças. Conclusões: Os participantes consideram que a família é responsável pelo cuidado da criança, juntamente com a escola e os serviços de saúde e que esse cuidado deve se iniciar a partir da concepção, com a gestante. Esses resultados serão dados importantes para uma proposta de ação no município de estudo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6099-5463
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3366-0032
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8947-2797
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0665-211X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG

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