Infância, natalidade e formação do professor: diálogos com Hannah Arendt
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Infancia, nacimiento y la formación del profesorado: diálogo com Hannag Arendt
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Resumo
O texto discute e aproxima os conceitos de infância, formulados por Giorgio Agamben e Walter Kohan, do conceito de natalidade, desenvolvido por Hannah Arendt. Temos o objetivo de apontar e de problematizar aspectos fundamentais da formação inicial do professor que atua com crianças pequenas em instituições de educação infantil. A polêmica entre "protecionistas" e "autonomistas", em torno da proclamação da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, no ano de 1989, é tomada como referência para propor a natalidade como alternativa superadora das posições polarizadas. Elaborado por Hannah Arendt, no interior de sua filosofia política, este conceito pode revigorar tanto as pesquisas para com a criança e sobre a criança, além da infância e da educação infantil. Entendemos que os projetos de formação inicial, deste modo, possibilitam ao professor perceber que o seu trabalho reconhece e afirma o direito da criança à liberdade e à igualdade quando a prepara para os desafios da vida adulta. Nessa perspectiva, a natalidade, como capacidade que a criança tem de iniciar algo inteiramente novo, dialoga com as concepções de infância que sustentam a capacidade da a criança de aprender e de entrar no mundo humano da linguagem, conquistando cada vez mais autonomia e liberdade. Para isso, o texto argumenta que o poder da infância de falar e de dizer o que pensa e sente a respeito de si mesma, dos outros e do mundo precisa ser educado.
Abstract
El texto analiza los enfoques y los conceptos de la infancia, formulados por Giorgio Agamben y Walter Kohan, a la luz del concepto de nacimiento, desarrollado por Hannah Arendt. Nuestro objetivo es señalar y discutir los aspectos fundamentales de la formación inicial del profesorado que trabaja con niños pequeños en las instituciones para la primera infancia. La controversia entre "proteccionista" y "autonomistas", alrededor de la proclamación de la Convención Internacional sobre los Derechos del Niño, en 1989, se toma como referencia para proponer el nacimiento como alternativa superando las posiciones polarizadas. Criado por Hannah Arendt, dentro de su filosofía política, este concepto puede revitalizar ambas búsquedas para el niño y el niño más allá de la infancia y la educación infantil. Entendemos que los proyectos de formación inicial, por lo tanto, permiten al profesor para darse cuenta de que su trabajo reconoce y afirma el derecho del niño a la libertad y la igualdad en la preparación para los desafíos de la vida adulta. Desde esta perspectiva, el nacimiento, mientras que la capacidad de que el niño tiene que empezar algo totalmente nuevo diálogo con las concepciones de la infancia que subyacen a la capacidad del niño para aprender y entrar en el mundo del lenguaje humano, ganando más autonomía y libertad. Para ello, el texto argumenta que el poder de los niños a hablar y decir lo que piensa y siente sobre sí mismo, los demás y el mundo necesita ser educado.
Assunto
Educação, Formação de Professores, Educação Infantil, Natalidade
Palavras-chave
Infância, Natalidade, Educação Infantil, Formação de Professores
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https://periodicos.ufcat.edu.br/poiesis/article/view/40106