Gesto poético e rasura em Água viva de Clarice Lispector

dc.creatorMarcela Gomes de Aguilar Cruz
dc.date.accessioned2022-07-01T19:00:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:39Z
dc.date.available2022-07-01T19:00:47Z
dc.date.issued2021-08-27
dc.description.abstractIt is known that the writer Clarice Lispector worked for three years in a typescript entitled Objeto gritante, the book was made public in 1973 with the title Água viva. In 1971 text, Lituraterre, the psychoanalyst Jacques Lacan proposes a new conception of the letter in his teaching by repositioning the place of writing and jouissance in psychoanalysis. In this perspective, it is possible to see a new way of approaching psychoanalysis and the literary field. From the concept of erasure in its relation to the production of the letter, as presented by the psychoanalyst in Lituraterre, and the gesture of the body and writing, worked on by Roland Barthes (1982), this research seeks to develop a reading of the path taken with the letter by the writer Clarice Lispector in Água viva. After years of editing the typescript, Objeto gritante, it seems that Clarice’s writing reached what we call the água viva effect: the letter, in their process of purification, of reduction, turned into the poem in the book Água viva.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42855
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLispector, Clarice, 1920-1977. – Água viva – Crítica e interpretação
dc.subjectFicção brasileira – História e crítica
dc.subjectLiteratura e psicanálise
dc.subject.otherGesto
dc.subject.otherRasura
dc.subject.otherPoema
dc.subject.otherÁgua viva
dc.subject.otherClarice Lispector
dc.titleGesto poético e rasura em Água viva de Clarice Lispector
dc.title.alternativePoetic gesture and erasure in Água viva by Clarice Lispector
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Myriam Corrêa de Araújo Ávila
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9844832726033883
local.contributor.referee1Gustavo Silveira Ribeiro
local.contributor.referee1Janaina Patrícia Rocha de Paula
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3838959514637324
local.description.resumoSabe-se que a escritora Clarice Lispector trabalhou durante três anos em datiloscrito intitulado Objeto gritante, o livro veio a público em 1973 com o título Água viva. Em texto intitulado Lituraterra (1971), o psicanalista Jacques Lacan propõe uma nova concepção para a letra em seu ensino ao reposicionar o lugar do escrito e do gozo na psicanálise. Nesta perspectiva, vê-se desenhar um novo modo de abordar a aproximação entre a psicanálise e o campo literário. A partir do conceito de rasura em sua relação com a produção da letra, como apresentado pelo psicanalista em Lituraterra, e do gesto do corpo e da escritura, trabalhados por Roland Barthes (1982), a pesquisa busca desenvolver uma leitura do percurso realizado com a letra pela escritora Clarice Lispector em Água viva. Após os anos de edição do datiloscrito Objeto gritante, parece-nos que a escrita clariceana alcançou o que denominamos efeito água viva: a letra em seu processo de depuração, de redução, alçou-se ao poema no livro Água viva.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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